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Montenegro - Quinta-Feira, 23 de Março de 2017 - Hora:16:56

Acidentes em série preocupam comunidade

Entroncamento da RSC-287 com a Rua Ramiro Barcelos tem sido palco de diversas colisões, mas sinaleiras compradas pelo municípios ainda não foram instaladas

Adultos e crianças correm riscos diários na entrada do bairro Panorama /Reprodução/FN

Enquanto o Daer (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem) e a Prefeitura de Montenegro ficam se esquivando de suas responsabilidades, motoristas e pedestres que precisam atravessar a RSC-287 no trecho que corta a cidade convivem com perigo de acidentes e atropelamentos. Um convênio assinado com a autarquia estadual teve contestação por parte do município. O caso agora está sendo tratado pelo Ministério Público (MP). Enquanto isto, colisões se repetem nos cruzamentos, e pedestres se arriscam para atravessar a rodovia.

“Só essa semana três acidentes. Até quando vamos aguentar tanta irresponsabilidade das autoridades responsáveis? ”, questiona o empresário José Airton Kerber, que tem sua empresa próxima à junção da RSC-287 e a Rua Ramiro Barcelos.

Este é um dos pontos que deveriam receber uma sinaleira, conforme o convênio. Na última quinta-feira, dia 16, uma colisão entre um caminhão e uma GM Spin deixou o motorista do carro ferido com gravidade. Cheng Hsung Yu, 33 anos, que dirigia o veículo, tentou atravessar a rodovia quando foi colhido pelo caminhão. A chuva forte que caía pode ter atrapalhado a visão do condutor. No mesmo carro de Cheng estava May Shu Shsing Yu, de 70 anos, que não se feriu com gravidade. O motorista do caminhão, de 40 anos, também saiu ileso.


Panorama
Adultos e crianças que fazem a travessia da RSC-287 na altura do bairro Panorama correm sérios riscos diariamente. Ou esperam muito tempo na margem da rodovia, ou aguardam pela boa vontade de alguns motoristas que param para facilitar a travessia. “Estamos pensando em fazer outras manifestações pela instalação das sinaleiras. Não é possível que as autoridades brinquem assim com a vida das pessoas”, desabafa Antônio Airton Quadros, presidente da União Montenegrina de Associações Comunitárias (UMAC) e já presidiu a associação do bairro Panorama.


Sinalização
A discordância das atribuições entre Daer e Prefeitura está na sinalização. Mesmo depois de assinado o convênio, membros da Administração Municipal entenderam que alguns itens do contrato eram prejudiciais ao município, como a responsabilidade de instalar e manter a sinalização referente aos semáforos, que foram comprados. O valor da obra, cerca de R$ 1 milhão, foi o ponto de divergência. Como as entidades não entravam num acordo, a Promotoria Especializada de Montenegro entrou com uma Ação Pública para que a Prefeitura fizesse a instalação do equipamento. A Administração recorreu, e desde então foram feitas audiências entre Ministério Público, Município e Daer. Mas a solução ainda não tem data para acontecer.

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