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Feliz - Segunda-Feira, 10 de Abril de 2017 - Hora:15:16

Acusado de matar ex-genro no banheiro pega 14 anos de prisão

Próximo júri popular será sobre a morte do empresário Djalmo Bohn

Antônio da Rosa foi condenado pela morte de Cléo Pauly /Arquivo/FN

Depois de dez anos voltou a acontecer um júri popular no município de Feliz.

Na última sexta-feira ocorreu o julgamento de Antônio da Rosa, de 46 anos. Ele é acusado de ter matado o ex-genro Cléo Anderson Pauly, de 33 anos, em 7 de novembro de 2015. A vítima foi baleada dentro do banheiro de sua casa, na localidade de Canto do Rio. Pai de um casal de filhos pequenos, de 4 e 2 anos, Cléo chegou a ser encaminhado ao hospital, mas não resistiu ao disparo que o atingiu no rosto. Quase três semanas após o crime o ex-sogro Antônio se apresentou à Polícia e confessou o homicídio alegando desavenças com Cléo. Desde então está recolhido à Penitenciária de Montenegro.

O júri aconteceu na Câmara de Vereadores, sendo presidido pela juíza Marisa Gatelli. Entre 9h15min e 16h45min foram ouvidas cinco pessoas na parte da acusação e duas para a defesa, além do acusado, advogado de defesa Eduardo Barros e a promotora Cíntia Foster de Almeida. Após a audiência os sete jurados escolhidos se reuniram e deliberaram sobre os fatos levantados. O réu foi condenado por homicídio qualificado e a pena aplicada foi de 14 anos e seis meses de reclusão. O acusado continuará preso, mas a defesa deverá recorrer da sentença.


Júri do caso Djalmo
Outro crime de repercussão terá julgamento na Câmara de Vereadores de Feliz no dia 6 de abril, quinta-feira da próxima semana. O júri popular, a partir das 9 horas da manhã, será sobre o assassinato do empresário Djalmo Lírio Bohn, de 51 anos, morto a tiros em 26 de dezembro de 2011, na frente de sua casa. O homicídio ganhou destaque devido às imagens de câmeras de videomonitoramento que gravaram a execução por parte de um motociclista que se aproximou do empresário e disparou. Os réus serão o motoboy Tiago Fernandes, de 29 anos, acusado de efetuar os disparos, e o empresário Geraldo Vitorino Reichert, de 57 anos, ex-sócio de Djalmo e apontado pela Polícia como o mandante do crime.

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