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Pelo Vale - Quinta-Feira, 16 de Fevereiro de 2017 - Hora:15:31

Adolescente é enterrado um mês após ser encontrado no rio Caí

Corpo de Wellington foi encontrado no Pareci, mas provavelmente foi morto no Caí

Wellington Panzenhagen tinha 17 anos e foi enterrado na Feliz /Reprodução/FN

Foi sepultado na tarde da última quarta-feira, na Feliz, o corpo de um adolescente de 17 anos, que morava na Vila Rica, em São Sebastião do Caí.

O corpo de Wellington da Silva Panzenhagen foi encontrado junto à margem do rio Caí, em Pareci Novo, no último dia 10 de janeiro. A primeira suspeita era de afogamento, mas conforme a Polícia o laudo da necropsia do Instituto Médico Legal apontou que ele tinha sido baleado e depois provavelmente foi jogado no rio ainda no Caí e com a correnteza foi parar do lado do Pareci. Foi o primeiro da série de cinco homicídios que ocorreram no Caí em janeiro.

A mãe do adolescente chegou a fazer coleta de sangue para a comprovação da identidade através de DNA, mas antes disso saiu a identificação oficial e foi possível realizar na última quarta o sepultamento, um mês após o corpo ser encontrado. Além da tatuagem no braço com o próprio nome de Wellington, ele também foi identificado pelas roupas que usava. A Polícia investiga se existe ligação entre os quatro homicídios onde a suspeita é de motivação por dívida com o tráfico de drogas. Três acusados foram presos na semana passada durante operação policial.

Para a família de Wellington foi um duplo sofrimento. Primeiro pela morte do rapaz e depois pela demora até que o corpo fosse liberado para o enterro. O jovem morava no Caí, mas tinha muitos familiares na Feliz. Por isso o velório, que durou apenas seis horas, e o enterro, ocorreram na Feliz. “Não pude ver meu filho”, lamenta a mãe, Claudia Silvana Agraden da Silva, a “Claudinha”. É que devido ao tempo, com o sepultamento ocorrendo trinta dias após o corpo ser encontrado, o caixão ficou sempre fechado. Foi um aniversário triste para Claudia Silvana, que justamente no dia do enterro completava 46 anos. “Está sendo muito difícil”, diz a mãe, consternada.

Claudia Silvana diz que não sabia que o filho tinha sido assassinado. A primeira suspeita era de afogamento. Ela admite que Wellington tivesse problemas com drogas, mas diz que ele usava pouco. E lamenta que possa ter sido morto provavelmente por dívida com o tráfico, como suspeita a Polícia em quatro homicídios ocorridos em janeiro. “Mas nada é motivo para se tirar uma vida”, declara, consternada com a perda do filho, que morava com ela e faleceu tão jovem.

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