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Sbado, 06 de Janeiro de 2018 - Hora:08:00

Após pagamento, médicos suspendem paralisação

Diretor técnico do Hospital Montenegro, Fabrício Fonseca: “atendimento não foi prejudicado”

Guilherme Baptista/FN

Devido ao atraso nos pagamentos, cinco médicos cirurgiões do maior hospital da região chegaram a anunciar no início desta semana que iriam suspender a realização de cirurgias gerais. Conforme a direção do Hospital Montenegro, que atende gratuitamente através do SUS, apenas os procedimentos cirúrgicos já agendados estavam confirmados. Novas consultas e cirurgias eletivas não seriam realizadas por enquanto.

De acordo com a direção do hospital, a demora nos pagamentos se deve ao atraso nos repasses de recursos do Governo do Estado, o que ocorre desde outubro do ano passado, totalizando 3,9 milhões de reais. Demais médicos, mesmo também com atraso nos pagamentos, informaram que iriam continuar atendendo normalmente. Segundo a direção, os demais funcionários estão com os salários em dia.

O diretor técnico do hospital, médico Fabrício Fonseca, disse que a expectativa era de que o pagamento ocorresse logo e com isso as cirurgias voltassem a ser realizadas, como de vesícula, hérnia e outras. E isso de fato aconteceu. Na quinta-feira, após repasse de R$ 290.960,65 do Governo do Estado correspondendo ao saldo dos incentivos federais de novembro, comunicou os prestadores médicos de que faria o pagamento na totalidade dos serviços prestados em outubro. A direção, através do gerente administrativo Felipe Leser, e do diretor técnico Fabrício Fonseca, lamentou que decisões precipitadas tenham provocado prejuízo à população.

Com o pagamento, a paralisação dos médicos cirurgiões foi suspensa e o atendimento volta ao normal. Mas ainda segue a preocupação porque continuam pendentes os pagamentos de novembro e dezembro para os cirurgiões. Isso também depende dos repasses do Estado, ainda referentes ao ano passado. Fato semelhante também ocorreu em 2017, quando os atrasos chegaram a três meses. O doutor Fabrício esclarece que demais serviços do hospital, como de internações, UTI e pronto-atendimento (plantão) não foram prejudicados. “Continua tudo normal”, salienta.

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