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Pelo Vale - Quinta-Feira, 23 de Fevereiro de 2017 - Hora:15:56

Chuvarada danifica teto do prédio da prefeitura

Parte da estrutura acabou cedendo e pavimento superior foi interditado

Novo desabamento ocorreu no gabinete do prefeito, na manhã de ontem /Divulgação/FN

O volume extraordinário de chuva registrado no domingo causou transtornos e prejuízos em São José do Sul. A situação mais grave foi, justamente, no prédio do Centro Administrativo Municipal, onde parte do forro em gesso cedeu, numa área compreendida entre o gabinete do prefeito e os departamentos de Contabilidade e de Recursos Humanos.

Documentos como notas-fiscais e empenhos foram molhados, além de equipamentos. Em razão do risco de novos desabamentos, o prefeito Silvio Kremer “Filé” (PDT) emitiu um decreto interditando, por 30 dias, o pavimento superior da edificação.

Nessa segunda-feira, a arquiteta responsável pelo projeto e a empresa que realizou a construção do prédio, inaugurado em junho de 2012 – a migração de todas as secretarias para o local foi concluída em agosto do mesmo ano -, realizaram vistoria no local na busca de explicações e alternativas para evitar que o problema se repita. “Acredito que até esta quarta a gente já tenha um relatório em mãos. Não queremos culpar ninguém pelo ocorrido, foi muita chuva mesmo. Os transtornos estão sendo grandes e temos que prevenir novas ocorrências”, afirma o prefeito.

Em decorrência da interdição, os serviços que eram realizados na área atingida foram transferidos para o andar inferior, junto à recepção. A sessão da Câmara de Vereadores que aconteceria na segunda teve que ser transferida para a noite de ontem, no prédio do Centro de Saúde da cidade.

Com 1,9 mil metros quadrados, três pisos, incluindo o subsolo, o Centro Administrativo de São José do Sul foi construído em cerca de oito meses, a um custo superior a R$ 2,2 milhões coberto com recursos próprios do município. Entre os trunfos da obra de design moderno, destaque para a sustentabilidade, com uma cisterna com capacidade para até 125 metros cúbicos de água armazenada das chuvas, as amplas janelas e uma pirâmide de vidro no centro do prédio, que favorecem a iluminação natural, mesmo em dias nublados, gerando economia no consumo.

Antes da inauguração do belo complexo, situado na Rua Edmundo Lothário Kunrath, o atendimento da prefeitura era dividido em diversos imóveis. A administração e o gabinete do prefeito estavam situados numa casa que, curiosamente, também foi danificada por um forte temporal, em setembro de 2008, ficando completamente alagada.

Conforme o prefeito Silvio Kremer, em virtude da tempestade desse final de semana, as estradas do interior de São José do Sul foram muito prejudicadas. “Os bueiros não deram conta. Aos poucos, estamos trabalhando para melhorar as condições para o trânsito”, finaliza.


Chuva assustou também os harmonienses
A chuvarada que atingiu a região no início da noite do domingo causou transtornos, também, em Harmonia. Foram quase 70 milímetros registrados em poucas horas, um volume extraordinário e que causou alagamentos em alguns pontos da cidade.

No Centro de Saúde, funcionários e bombeiros precisaram fechar as entradas do prédio com sacos de areia, às pressas, para evitar que a água entrasse no prédio. Os moradores chegaram a ficar apreensivos, com medo de que a enchente de outubro do ano passado se repetisse, quando o centro da cidade ficou quase que, completamente, alagado, mas dessa vez isso não ocorreu.

A segunda-feira foi de muito trabalho para a equipe da Secretaria de Obras e Viação, que logo cedo foi para as ruas realizar a limpeza das vias e remover a sujeira trazida com o temporal.


Temporal causou alagamentos no centro
A tempestade do domingo atingiu com força Salvador do Sul. A chuvarada, acompanhada de vento, raios e trovoadas, teria alcançado a considerável marca de 80 milímetros, o que causou problemas em alguns pontos no centro da cidade e também no interior.

As situações mais preocupantes foram na Praça Municipal José Lindolpho Hummes, em outros pontos da Avenida Duque de Caxias e nas ruas Esperança e Hugo Specht. Estabelecimentos comerciais e garagens chegaram a ser invadidos pela água.

Algumas estradas gerais e vicinais de localidades do interior salvadorense também foram, severamente, atingidas, ficando com condições de trânsito prejudicadas. O pior quadro foi em Linha Bonita Baixa, onde a Secretaria Municipal de Obras já realiza, desde o início da semana, trabalhos de recuperação.

Pelo menos uma casa ficou destelhada, na localidade de Júlio de Castilhos.

 

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