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São Sebastião do Caí - Quarta-Feira, 27 de Março de 2013 - Hora:03:59

Como era o Caí em meados da década de 1950

Algumas ruas do Centro ainda não se conectavam com a RS-122 recém construída

Esta foto aérea foi feita em meados da década de 1950 e mostra grande parte da cidade de São Sebastião do Caí naquela época.
O pequeno avião em que se encontrava o fotógrafo estava posicionado, naquele momento, sobre o Morro do Hospital. Uma haste de sustentação da asa cobre parte da praça Edvino Puhl (na época, praça João Pessoa) e os prédios hoje utilizados pela Escola São Sebastião. 
Entre os prédios que ainda existem e que se destacam na foto, estão a Escola Felipe Camarão e, na sua frente, a grande revenda de veículos e oficina de João Pereira. Também estão muito visíveis os prédios do Cine Aloma e, um pouco adiante, o Clube Aliança e os dois prédios da prefeitura. Observa-se, na esquina da avenida Egydio Michaelsen com a rua Coronel Paulino Teixeira, a casa do empresário Helmuth Blauth (dono da Empresa Caiense de Ônibus e do Cine Aloma), que foi demolida recentemente. Do outro lado da rua Coronel Paulino Teixeira, também fazendo esquina com a Egydio Michaelsen, avista-se a casa de João Pereira, outro grande empresário da época. Essa casa ainda existe, tendo sido ampliada e modernizada por Jaime Pereira, filho de João. Seguindo adiante, pela rua Coronel Paulino Teixeira avistamos o prédio da estação rodoviária. Logo adiante o sobrado do Bazar Griebler e bem adiante a igreja evangélica. A igreja católica, grande marco arquitetônico caiense, ficou fora do quadro captado pela foto (à direita). A rua Coronel Paulino Teixeira pode ser avistada até o seu final e o prédio que se avista adiante do seu término é uma casa comercial existente no Matiel, localidade situada do outro lado do rio. Prédio que ainda existe atualmente.
Mais à esquerda, destaca-se muito o prédio hoje ocupado pela loja Lebes. Na época ali se encontravam os escritórios, garagens, oficina e lavagem da Empresa Caiense de Ônibus, ECOL. Seguindo o olhar pela rua Coronel Guimarães (logo à esquerda do prédio da Lebes) vemos que três quadras adiante havia um campo de futebol (à esquerda da rua). Este foi o campo do Municipal. Essa área pertencia à prefeitura, que a trocou pela área que, doada à empresa Eran, possibilitou a construção do prédio dessa importante indústria de calçados (depois vendido à Vacchi, depois à Azaléia e hoje pertencente à Oderich) no bairro Vila Rica. A área do campo do antigo campo do Municipal foi vendida e hoje está totalmente ocupada por construções residenciais.
São facilmente reconhecíveis os prédios da residência de Carlos Henrique Oderich e de sua esposa Alzira (o castelinho, ainda preservado), na esquina da rua Tiradentes com a Pinheiro Machado. Seguindo o olhar pela rua Oderich, encontramos (bem adiante) o prédio do antigo presídio e, adiante dele, grandes construções que foram demolidas. Eram empresas comerciais, com grandes depósitos cobertos, que trabalhavam com a navegação no rio Caí. Nessa época, a navegação já era totalmente decadente devido à construção da rodovia Júlio de Castilhos (atual RS-122, traçado antigo) que aparece na parte mais de baixo da foto. Recém construída e, aparentemente, já asfaltada.
Note-se a absoluta falta de veículos transitando ou estacionados nas ruas da cidade. O que era normal na época, pois muito poucas pessoas possuíam automóveis. 
Note-se, também, que as ruas Coronel Paulino Teixeira e Tiradentes não se estendiam até a RS-122.

Foto do arquivo de Wallace Kruse, divulgada na internet por sua neta Lu Bohn

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