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São José do Sul - Sexta-Feira, 26 de Junho de 2015 - Hora:16:10

Comunidade chora a morte de Andinho

Jovem não resistiu à forte colisão de seu carro contra um caminhão

Bom de bola, jovem era bastante estimado pela comunidade

Na manhã deste sábado, serão prestadas as últimas homenagens e realizado o sepultamento de Anderson Petry, o Andinho, no cemitério de São José do Sul. O jovem, de 30 anos, vinha lutando pela vida no HPS de Canoas, após ter sofrido um grave acidente na BR 470, no final da madrugada dessa quarta-feira, mas acabou não resistindo aos ferimentos.

O Astra, placas INM 6752, de São José do Sul, que conduzia teria invadido a pista contrária e colidiu, frontalmente, com um caminhão, placas de Salvador do Sul, na altura do KM 265, em Dom Diogo. O motorista do veículo de cargas, Rodrigo Petry, não sofreu lesões. O passageiro que seguia junto no automóvel, Marcelo Schütz, foi encaminhado ao Hospital Montenegro e, posteriormente, liberado.

Andinho e Schütz estavam voltando de uma tradicional festa junina realizada na localidade de Macega, em Maratá. Após a batida, ocorreu um princípio de incêndio no Astra, que foi controlado com o uso de extintores do próprio caminhão envolvido e também de um ônibus que passava pelo local.

Tão logo se espalhou a notícia do grave acidente, uma onda de comoção tomou conta da cidade e também de comunidades próximas, já que Andinho era muito conhecido na região pelo espírito descontraído e, especialmente, por ser um talentoso jogador de futebol. Defendeu times em torneios diversos, mas nada se compara à sua forte ligação com o Botafogo, em cuja sede social o corpo do jovem foi velado. Além de atuar dentro de campo com a camisa alvinegra, foi dirigente e um ativo defensor dos interesses do clube. Também em São José do Sul, no futsal, teve conquistas defendendo as cores do Dólar Madri.

“Era uma pessoa que se relacionava bem com todo mundo, um cara alegre, dedicado e que sempre dava um jeito de ajudar o Botafogo, apesar de ter muito trabalho com o frigorífico da família, que vinha gerenciando”, recorda o empresário João Bohn, que foi treinador de Andinho no clube. “Um cara extrovertido, que sempre tinha uma coisa pra falar pra alegrar quem fosse à sua volta”, descreveu Juliano Mossmann “Chuli”, amigo e também colaborador do Botafogo.

Apesar da gravidade do quadro de saúde do jovem, em momento algum seus familiares e amigos perdiam as esperanças de que a situação pudesse ser revertida, como algumas postagens na página pessoal de Andinho no Facebook deixaram claro. Contudo, durante a madrugada dessa sexta, acabou ocorrendo a confirmação do óbito.

Mesmo após a morte, Andinho levou alegria para diversas pessoas, já que seus órgãos foram doados. Ele deixa seus pais, Ari e Jussara, e o irmão Adriano.

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