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So Sebastio do Ca - Sbado, 16 de Setembro de 2017 - Hora:08:00

Continua o mistério do furto de cadáver no cemitério do Rio Branco

O crime aconteceu a um mês e a polícia precisa de informações para chegar aos autores do ato macabro

A polícia ainda investiga o caso do corpo de Marcos Braum desenterrado no cemitério do Rio Branco /Renato Klein/FN

A polícia caiense continua sem explicação para o desaparecimento do corpo de um homem sepultado no cemitério do bairro Rio Branco. A Polícia Civil investiga o crime inusitado e não tem pistas sobre qual o motivo e quem furtou o cadáver.

O registro do sumiço do corpo foi feito na Delegacia no dia 11 de agosto e o mistério continua. Marcos Braun, de 23 anos, foi enterrado há mais de três anos, após ter sido assassinado a tiros em Novo Hamburgo.

Conforme a Polícia, em 26 de junho de 2014 Marcos foi executado com um tiro na cabeça e outro nas costas, no bairro Boa Saúde. De acordo com a Polícia, Braun era acusado de duas tentativas de homicídio no bairro Navegantes, do Caí, onde junto com um irmão gêmeo, que está preso em Montenegro, teria atirado em dois homens nos dias 6 e 8 de novembro de 2013. Sete meses depois Marcos foi assassinado.

A Polícia analisa várias hipóteses para o furto do corpo, como vingança envolvendo facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas, ritual de magia negra, vandalismo ou roubo.

Marcos foi sepultado no mesmo túmulo da avó, enterrada há 33 anos.

A tampa do caixão foi quebrada e o corpo de Marcos foi levado. A ossada da avó de Marcos, que estava num saco, foi espalhada e deixada no local. Ela também morreu assassinada antes mesmo de Marcos conhecê-la. De acordo com a administração do cemitério, outros furtos de objetos já ocorreram no local, como peças de mármore e ornamentos. Mas é a primeira vez que ocorre o sumiço de um cadáver. O fato constitui crime de violação de sepultura, além de subtração e ocultação de cadáver.

Familiares e amigos de Marcos estão assustados com o sumiço do corpo do rapaz. Os irmãos gêmeos foram adotados pelo casal Dante e Marilene, que lhe deram uma boa educação. Eles estudaram e chegaram a se destacar no futebol, participando inclusive de equipes de base de clubes de Caxias do Sul. Mas o envolvimento com as drogas prejudicou as suas vidas.

Ninguém sabe o motivo de alguém ter violado a sepultura para furtar o corpo que, passados três anos, deveria estar em adiantado estado de decomposição. Como tinha marcas de tiros dificilmente seria usado para algum ritual. Também pouca gente sabia que aquele era o túmulo de Marcos. Na sepultura não havia identificação e poucos foram ao seu funeral porque chovia muito no dia do enterro.

Se alguém tiver alguma informação que possa ajudar na identificação dos autores desse crime deve ligar para a delegacia, fone 3635-4829.

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