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Pelo Vale - Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017 - Hora:14:57

Corpo encontrado no rio em Pareci é de caiense de 17 anos

Adolescente da Vila Rica estava desaparecido desde o último sábado

Wellington Panzenhagen só poderá ser sepultado após reconhecimento por exame de DNA /Facebook/Reprodução/FN

O corpo encontrado no rio Caí em Pareci Novo na tarde da última terça-feira é de um adolescente de 17 anos que morava no bairro Vila Rica em São Sebastião do Caí. A mãe do jovem fez na quinta-feira passada coleta de sangue em Porto Alegre para o reconhecimento oficial através de exame de DNA. Mas pelas roupas e pela tatuagem no braço do rapaz, com o seu nome Wellington, os parentes não têm dúvida que se trata de Wellington da Silva Panzenhagen. Ele estava desaparecido desde a noite de sábado. A Polícia Civil do Pareci investiga a causa da morte. A principal suspeita é de afogamento, já que não tinha nenhuma lesão aparente, mas outras hipóteses não são descartadas.

Pescadores teriam avistado o corpo boiando próximo da margem do rio no local conhecido como Pedra do Pareci, próximo da “Santinha” do centro da cidade. Os Bombeiros Voluntários do Caí foram até o local com dois mergulhadores e com um barco retiraram o corpo. Como não tinha documentação, a Polícia informou algumas características para que pudesse ser descoberto de quem se tratava. No facebook do Fato Novo na internet ainda na terça-feira foi divulgado que a vítima era um jovem, trajando bermuda de jeans, tênis cinza e camiseta com a inscrição Supreme Bang, além de uma pulseira dourada. O que poderia facilitar a sua identificação era a tatuagem no punho da mão direita, com o nome Wellington.

O corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Novo Hamburgo para a necropsia que deve apontar a causa da morte. Como Wellington da Silva Panzenhagen estava desaparecido desde sábado, os parentes suspeitaram que o corpo poderia ser dele, o que acabou sendo confirmado pela tatuagem e vestimentas. Só que o reconhecimento oficial depende do resultado do teste do DNA, o que deve demorar alguns dias. Só então o corpo poderá ser liberado pelo DML para a família realizar o sepultamento.

Wellington morava com a mãe na Estrada da Várzea, na Vila Rica. Os pais Claudia Silvana Agradem da Silva e Guiomar Panzenhagen são separados. E Wellington, como filho caçula dos quatro irmãos, era quem ainda residia com a mãe numa casa modesta, próximo de um bar. “Era o companheiro dela. Estava sempre ajudando. “E trabalhava como servente de pedreiro ou ajudava o irmão no carregamento de frango”, conta uma parente. “Era um guri muito bom”, completa, citando que os parentes aguardam a investigação da Polícia para saber o que aconteceu. E principalmente a liberação para poderem prestar as últimas homenagens no sepultamento. Conforme os parentes, o velório e o enterro devem ocorrer na Feliz, onde moram avó e familiares. Em seu facebook , da mãe e familiares muitas pessoas manifestaram sentimentos de pesar, o que demonstra o quanto o jovem era estimado.

Mesmo que a principal hipótese seja de afogamento, a Polícia não descarta a possibilidade de crime. Chama a atenção o fato de que o rapaz foi encontrado de tênis e jeans, trajes com os quais dificilmente teria entrado no rio para tomar banho. Qualquer informação que auxilie na investigação, mesmo de maneira anônima pode ser passada para o telefone 3633 9554 da Delegacia de Pareci Novo ou para o 3649 0000 da DPPA de Montenegro.

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