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Quinta-Feira, 08 de Setembro de 2016 - Hora:09:41

Edição nº 212, de 04 a 10 de setembro de 1986

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Região tem uma fábrica de aviões 

Montenegro tem muitas indústrias bastante conhecidas mas, o que pouquissímas pessoas sabem e a maioria sequer imagina é que existe na cidade, uma fábrica de aviões. Trata-se da firma Universo, de propriedade dos montenegrinos Gilnei Moraes e Jacson Lopes. Gilnei é um técnico especializado em mecênica e aficcionado por aviação. Jacson é ex-gerente da agência do correrio de Montenegro. Ambos são pilotos e entusiastas da aviação. Gilnei foi um dos pioneiros do voo com aviões ultra-leves no Brasil e, como é macânico, logo viu a possibilidade de fabricar aparelho deste tipo. Foi aos Estados Unidos, onde visitou fábricas e aprendeu muito sobre a técnica de fabricação. Estudou atentamente diversos aparelhos e tirando uma ideia de um e de outro, e ainda inventando mais alguma coisa chegou finalmente à concepção de um modelo que agora já está fabricando.

Inicialmente será produzido um modelo de avião que lembra muito os antigos Teco-Teco. Apenas com a diferença que o Teco-Teco pesava cerca de 400 quilos, enquanto o avião montenegrino vai pesar apenas 145 quilos na sua versão para dois ocupantes. Esta diferença no peso foi conseguida graças à utilização de materiais bem leves.


São Rafael: Um loteamento torna-se uma atração turistíca

Tudo começou em 1978, quando seu Zeno Spalding, resolveu fazer um loteamento numa chácara que possuía na colina que separa o Caí do bairro Rio Branco. Ele convidou o seu vizinho doutor Mário Leão para ser sócio no empreendimento que veio se chamar São Rafael, nome tirado de um neto de Seu Zeno, então com um ano de idade.

Só que o São Rafel não é um bairro como outro qualquer. Atualmente ele já se constitui numa verdadeira atração turística para a cidade. Os caienses, quando recebem visitantes de fora, os levam até o loteamento para admirarem as casas que ali foram construídas.

Quinze familias caineses já residem lá atualmente. São todas elas familias de boa renda e as casas construídas despertam a atenção pela beleza, suntuosidade e pelo luxo.

Na sua maioria os moradores todos se conhecem há muitos anos, pois trabalham juntos no Caí. Eles são muito unidos e o que mais exprime a amizade dos moradores do bairro é, talvez, o fato de haver entre eles uma cooperação no transporte das crianças, quando elas vão de casa para a escola e vice-versa. O pai que leva os seus filhos já leva junto os dos vizinhos, fazendo um verdadeiro serviço escolar.


Ex-professor descobre que ser colono é melhor e dá mais dinheiro

José Vanoni nasceu na localidade de Morro grande, no interior de Feliz, há 43 anos.  Aos 13 de idade, ele deixou a sua casa no interior e foi estudar na cidade, com 19 anos tornou-seprofessor, profissão que se dedicou por 24 anos, a maior parte do tempo em São Leopoldo. Ele casou por lá e morou por muitos anos no bairro Scharlau. Embora tenha deixado o interior por não sentir atração pelo trabalho agrícola, Vanoni depois de adulto começou a se interessar pelo cultivo do solo. Plantando no  terreno situado aos fundo da sua casa, chegou a colher 700 quilos de tomate em meio terreno. Com tal resultado ele se animou a deixar definitivamente a cidade e voltar para o campo.

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