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Quinta-Feira, 16 de Março de 2017 - Hora:10:02

Edição nº 239, de 12 a 18 de março de 1987

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Morreu o Cônego Becker, de Tupandi

Morreu no último sabádo, dia 7 de março, o Cônego Theobaldo Becker, de 64 anos, que há 30 anos era vigário de Tupandi. Pessoa muito alegre e comunicativa e, também, muito interessada no progresso da sua comunidade. O Cônego Theobaldo Becker era muito estimado e nos dias do seu velório e enterro, sábado e domingo, houve comparecimento de cerca de 4.000 pessoas que vieram prestar-lhe as últimas homenagens. Na noite de sábado foi tão intenso o movimento de pessoas que iam assistir ao velório na igreja onde ele rezou missa ao longo das três últimas décadas, que parecia até que era uma noite de kerb.

Theobaldo era irmão do Monsenhor José Becker, felecido há poucos anos e que foi por longo tempo o vigário de Bom Princípio. Era irmão, também, do atual vigário de Feliz, João Becker. Era, porém, bem mais jovem que seus dois irmãos sacerdotes, pois José tinha 79 anos ao falecer e João tem 73 anos. Além dos dois irmãos padres, o falecido teve ainda três irmãs que eram freiras. Ele nasceu em Jammertal, localidade interiorana do município de Nova Petrópolis.

O Cônego Theobaldo sofria de diabetes e já no ano passado esteve muito adoentado. Sofreu um princípio de derrame que o deixou sem voz e com a boca repuchada. Mas ele conseguiu recuperar-se e cumpria regularmente com as suas funções sacerdotais. Ainda na quarta-feira de cinzas ele rezou missa. No mesmo dia, à tarde, foi para o Hospital São Pedro Canísio, pois sentia falta de ar. Permaneceu no hospital até a madrugada de sábado quando veio a falecer inesperadamente.


Incêndio destrói casa no Lajeadinho

Um incêndio destruiu a residência do casal Hélio Antônio e Elisabete Klein na noite da última sexta-feira, dia 6 de março, na localidade de Lajeadinho.

O casal, juntamente com os filhos Eder e Helen, estava na Escola José Alceu de Paula, por volta das onze horas da noite, quando avistaram sua casa em chamas.Eles ainda utilizaram o extintor de incêndio da escola, mas as chamas já haviam consumido quase tudo. Todas as peças da casa foram queimadas.

Os vizinhos ajudaram a combater o fogo antes da chegada dos bombeiros, utilizando a água de uma piscina portátil. Muito pouco do que a família possuía pôde ser salvo, apenas o fogão e a geladeira, além dos objetos que estavam na garagem.
O fogo se propagou rapidamente pelo fato do forro da casa ser de madeira. Foram queimado os móveis, todas as roupas, o ar condicionado, a televisão colorida e o aparelho de som.

O incêndio durou uns quarenta minutos. O casal não sabe qual a causa do sinistro. Quando saíram de casa, deixaram tudo apagado. Provavelmente foi um curto-circuito.

 

 

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