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Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014 - Hora:13:56

Edição n° 119, de 22 a 28 de novembro de 1984

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Dona Lia assustou-se com uma abelha no seu braço e perdeu a direção do Voyage
Abelha faz um automóvel capotar

Um acidente incomum aconteceu na tarde do último domingo no Vale Real. Dona Lia Josefina Lauermann, de 55 anos, passava pela estrada asfaltada com seu automóvel quando viu uma abelha pousar no seu braço. Ela se assustou e tratou de levar o carro para a margem da estrada e de diminuir a velocidade. Antes de parar totalmente o carro, ela tirou a mão direita do volante para tentar matar a abelha. Com este movimento ela perdeu o controle do veículo e desceu um barranco bastante alto, e capotou caindo sobre umas pedras.

Dona Lia que é comerciante em Arroio do Meio e voltava de uma visita que fizera a sua filha Carmelita Tonezer, residente em Nova Petrópolis, machucou-se muito pouco e sua companheira, Ana Rita Marders, funcionária da sua loja, não sofreu nada.

Bom Princípio tem sua bandeira

A escolha da bandeira foi feita através de um concurso realizado pela prefeitura. Léo Klering teve o seu desenho escolhido. Léo é filho dos falecidos Ivo e Alféria Klering. Atualmente ele reside em Feliz e trabalha no Banco do Brasil.

A bandeira tem cor verde e branca. O verde represente o potencial econômico do município que tem sua base na agricultura. O branco representa a mensagem de paz e fé de seus habitantes.

No centro há um brasão que contem: a representação de uma igreja (em homenagem a Dom Vicente Scherer, 1º cardeal do Rio Grande do Sul), um livro (representando a religiosidade e educação), um gadanho (instrumento muito usado pelos colonizadores), um escudo, um listel e nas laterais dois ramos de alfafa.

Acima do escudo, uma coroa com torres em estilo germânico, lembrando os colonizadores do município.

Violência chega ao campeonato caiense

O campeonato varzeano do Caí vinha se desenvolvendo num bom nível disciplinar, até o último dia 15 de novembro, quando jogaram as equipes do Rio Branco contra a Ponte Preta, existindo certa rivalidade entre os dois times. Nesta partida houve um incidente lamentável, envolvendo o juiz José Antonio Alles e o atleta da Ponte Preta Luis Angelode Oliveira, o Meinha, como é chamado. Este atleta teria agredido o juiz Zé Alles, ao ser expulso após reclamação. Segundo Zé Alles, Meinha foi correndo em sua direção reclamando muito, preferindo palavrões, pois um integrante do seu time havia sido expulso. Zé Alles não teve dúvida expulsou Meinha também. Neste momento segundo ele, Meinha partiu com tudo para cima dele, dando-lhe uma "gravata". Segundo Meinha, quando surgiu o lance da expulsão, ele já estava irritado e correu até o juiz contestando sua decisão, e diz que falou até com educação. Zé Alles discordou e levantou o cartão para ele também, neste momento Meinha perdeu a cabeça e tentou agredi-lo, o que não conseguiu, pois o juiz foi protegido pela equipe do Rio Branco.

Agora, de cabeça fria, dias após o ocorrido, Meinha arrepende-se do que fez, pois vai desfalcar sua equipe e ainda poderá ficar muito tempo sem jogar futebol, e talvez fique até fora do resto do campeonato.

 

Carlos Froner conta porque Mauro Coelho tinha o apelido de jibóia
Carlos Froner conta histórias de tempo que ele era treinador do cruzeiro. Um dos atletas mais destacado naquela época era o caiense Mauro Coelho. Todos sabiam do voraz apetite do atacante Mauro seja no almoço ou jantar. Mas o apelido veio em uma excursão à Europa em 60, quando após jogar na Hungria, toda a delegação foi convidada pelo governo para um jantar. Faminto, Mauro foi um dos primeiros a sentar à mesa.

Quando veio a entrada ele mandou três pratos. Mas como o prato principal demorou, ele comeu cerca de 50 pepinos e mais um prato cheio de ovos de codornas, depois ele foi firme ao prato principal, seus amigos ficaram impressionados e a partir dai passaram a chamá-lo de Jiboia.

 

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