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Segunda-Feira, 09 de Fevereiro de 2015 - Hora:09:44

Edição n° 130, de 7 a 13 de janeiro de 1985

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Luciano escapou por pouco

Menino quase morre atropelado por causa do chinelo de dedo

Luciano Azevedo de 11 anos, morava com sua avó no Pareci Velho, junto à faixa, escapou por muito pouco de morrer atropelado quando, ao cruzar a rodovia, seu chinelo de dedo soltou a tira, desprendeu-se do pé e ele parou por instantes sobre a faixa para apanhá-lo. Quando Luciano se agachava para pegar o chinelo, o automóvel dirigido por Sérgio Guilherme da Rocha, um comerciante de brinquedos residente em Porto Alegre, o atropelou.

Felizmente, o motorista conseguiu frear e no momento do choque, o carro já estava em velocidade bem reduzida. Luciano caiu no asfalto e foi logo atendido pelo motorista que o atropelou.

O menino "puxa" um pouco duma perna, mas espera-se que não tenha nada de grave. Na cabeça, no braço e nas costas ele sofreu escoriações.

A mãe de Luciano, recebeu um telefonema dizedendo que o menino tinha caído de uma árvore, pois os parentes não queriam assusta-lá, já que ela é nervosa. Mesmo assim ela saiu precipitadamente do seu trabalho. E quase se envolveu em um atropelamento quando vinha para sua casa.

Uma moranga de 23 quilos

Uma moranga pesa normalmente quatro quilos. Dona Elvira Juchem colheu uma em seu quintal e a levou até a padaria para ser pesada pelo Aparício e o resultado da pesagem apontou nada menos que 23 quilos e cem gramas. Quase seis vezes mais o peso de uma abobora normal.

Dona Elvira plantou nove sementes numa cova de quatro centímetros, coberta depois com pouca terra e cisco. O terreno é adubado naturalmente, pois para aquele local costuma ser varrido o cisco do quintal, especialmente folhas de ameixeira e abacateiro. De todas as morangas que nasceram somente está se desenvolveu, as outras apodreceram, com isso toda a força do pé foi para esta única fruta, por isso ela se desenvolveu tanto.

Kerb como nos velhos tempos

Esta grande festa foi comemorada neste último fim de semana em Bom Princípio.

A reportagem do Fato Novo, visitou a casa de Dona Vilma Rech, 60 anos, residente em Santa Terezinha, no segundo dia de Kerb, na segunda-feira.

Dona Vilma contou que no domingo haviam mais de 30 pessoas em sua casa, entre filhos, parentes e seminaristas. Para festejar, o almoço foi de carne de porco, gado, ovelha, sopa de capelete, diversas saladas e muita cerveja. À tarde contou com os tradicionais cafés com diversas variedades de cucas, roscas, tortas e doces em geral.

Os bailes de Kerb, por sua vez, têm grande importância. Anos atrás, havia baile no sábado, domingo, segunda e terça. Em Santa Terezinha o tradicional baile foi sábado, e o RE-Kerb será no próximo sábado.

A cidade de Bom Princípio, por sua vez, relembrou os Kerbs como nos velhos tempos. Uma banda acompanhou o povo, que estava na missa das 18 horas de sábado, até a Sociedade Santa Cecília.

A banda tocou alegres marchas antigas e ao chegar à sociedade, diversos casais dançaram a primeira valsa, abrindo assim os Kerbs.

É muito importante este sentido real dos Kerbs que ainda não foram esquecidos pela grande imigração alemã existente em nosso estado.


 



 

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