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Segunda-Feira, 12 de Maio de 2014 - Hora:13:50

Edição n° 91, de 10 a 17 de maio de 1984

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Três pessoas que estavam nesse chevette morreram

Tragédia enluta a Feliz e Linha Nova
Filho de uma das famílias mais conhecidas e estimadas de Feliz, Waldir Petry era pessoa querida por todos na Feliz. Domingo passado à tarde, tomou a direção de Bom Fim Alto, onde reside sua namorada Joana Reuse. Chovia. A pouco mais de um quilômetro do treve de acesso à Feliz, ele iria cruzar com um outro veículo dentro do qual vinham cinco pessoas de Linha Nova, voltando de um kerb em Estância Velha.

Segundo as próprias vítimas sobreviventes, Waldir derrapou sobre a pista molhada vindo o chevette de Renato Hofstätter a colidir frontalmente com a lateral esquerda do fusca de Petry.

No chevette estavam além de Renato, sua esposa Dulce Schroer Hofstäter, a filha mais nova do casal Simone, de 18 anos e ainda mais duas pessoas Nelcita Nienow, de 48 anos, e sua filha Marli.

Renato, Dulce e Waldir tiveram morte praticamente imediata. Dona Nelcita foi levada em estado grave para o HPS de Porto Alegre, onde deu entrada sem vida. Simone e Marli ficaram internadas no Hospital Schlatter mas sem risco de morte.

Briga na decisão dos Aspirantes

Os aspirantes do Guarani, a exemplo do primeiro quadro, conquistaram o campeonato. Debaixo de muita chuva e jogando também contra o barro, Guarani e Rio Branco não sairam do zero a zero. Na prorrogação veio a definição do título para o Guarani. Logo nos primeiros minutos, Luiz Carlos concluiu dentro da área. Um a zero para o time Índio.

No segundo tempo da prorrogação, o juiz Pinguinho expulsou Rubens do Rio Branco. O jogador ficou indignado e decidiu correr em direção ao juiz e o bandeirinha para agredi-los. Não conseguiu agredir ninguém pois foi agredido primeiro pelo árbitro Clóvis da Silva que estava fora do campo, junto a mesa. A partir daí outros jogadores do Rio Branco partiram para a briga. O tumulto só acabou quando alguns torcedores invadiram o campo para apartar a briga. O Rio Branco após a briga buscou o ataque mas o placar permaneceu inalterado até o final.

Escalações

Guarani: Vilmar; Nico, Zé, Careta e Rogério; Darci, Luiz Carlos e Adriano; Banana, Franz e Caniba.
Rio Branco: Barão; Volcir, Rubens, Nestor, e Dinho; Adelmo, Fávio e Valmir; Jorge, Carlinhos e João Luiz.

Rio Branco campeão municipal dos veteranos

O Rio Branco sagrou-se campeão sobre o time do Riachuelo na categoria de Veteranos. O único gol da partida, aos vinte e três minutos do primeiro tempo, saiu com um chute mal dado que rebateu na própria zaga do Riachuelo e ficou bem a jeito para a conclusão do atacante Osni do Rio Branco.

Escalações

Riachuelo: Tida; Léo, Colé, Paulo e Sebastião; José Alles, Hilário e Paulo Bitzki; Calu, Paulo e Gego.
Rio Branco: Armando; Eriberto, Cláudio, Pinheiro e Ebenuel; Nestor, Chabu, e Beto; Adelino, Osni e Pítia.

A.J. Renner: O capitão da indústria

No dia 7 de maio de 1884, nasceu em Alto Feliz o homem que viria a tornar-se o mais notável empresário gaúcho de todos os tempos. Nesta velha casa, ainda de pé, moravam os pais de Antônio Jacó Renner ao tempo em que ele nasceu.

Como empresário, Renner construiu um enorme grupo empresarial que emprega atualmente mais de seis mil pessoas.

Suas empresas foram as primeiras a instituírem o período de oito horas de trabalho e várias outras vantagens que os operários da época desconheciam. A.J. influiu sobre Lindolfo Collor e Getúlio Vargas para que fosse instituída a legislação trabalhista.


 

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