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Segunda-Feira, 09 de Junho de 2014 - Hora:14:40

Edição n° 95, de 7 a 13 de junho de 1984

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Estoque atual da empresa é suficiente para atender 6 meses
Griffith fecha e quarenta funcionários ficam sem emprego

A crise de desemprego que afeta o país, não tem apresentado no Caí com tanta intensidade como em outros municípios.

Isto porque há um grande desenvolvimento da indústria de calçados em nossa região absorvendo um maior contigente de operários. Nesta semana, no entanto, ocorreu o fato lamentável da desativação da fábrica Griffith, que produz gêneros alimentícios, instalada já há dezesete anos no centro do Caí.

A firma cessou sua atividade por falta de mercado para absorver sua produção. O estoque atual é suficiente para atender os pedidos dos próximos 6 meses e só então ela deverá voltar a funcionar.

O fato da empresa estar localizada no centro da cidade sempre trouxe alguns problemas, principalmente para os vizinhos, como ruídos, forte odor e um vapor que provocava corrosão devido ao sal contido. Agora com o cessamento das atividades da empresa, alguns dos quarenta funcionários demitidos manifestaram alguma mágoa pela atitude dos vizinhos da fábrica que, com os seus protestos podem ter influenciado para o fechamento.

Motocross no Campestre

Apesar da pouca divulgação, foi bom o público para assistir no domingo retrasado , ao Campestre da Conceição, a primeira prova de Motocross realizada na nossa região.

Realizada mais a título de brincadeira, esta prova contou com a participação de pilotos locais, todos amadores, e serviu como esperiência para a realização de provas futuras.

Por trás da festa a eficiência dos organizadoresTinta e Gralha. A classificação final foi a seguinte: 1º lugar: José Luiz Hartmann (Pigas); 2º lugar: Paulo André Mackry; 3º lugar: Silvio Luis da Silva (Silvião); 4º lugar: Biela; 5° lugar: Zé Carlos.

Morre dona Verônica
A comunidade de Santa Teresinha assistiu na quinta-feira da semana passada a uma cerimônia religiosa de rara magnitude. O enterro de Dona Verônica Schneider Weber, de 90 anos.  Tendo feito de sua vida um exemplo de religiosidade, Dona Verônica, viu seis de seus filhos dedicarem-se à vida religiosa. Sua participação ativa na comunidade, ao lado do seu falecido marido, professor Nicolau Inácio Weber, tornaram-a uma pessoa muito estimada na comunidade. A cerimônia foi presidida pelo arcebispo metropolitano Dom Cláudio Coling e acompanhado por mais de duzentos padres, irmãos e irmãs. 

1º transplante de coração no estado realizado em um caiense

Os principais meios de comunicações do sul do país, noticiaram na sexta-feira da semana passada, o primeiro transplante de coração do estado. Posteriormente foi divulgado também que o paciente Ari Vacari Zagar acabou morrendo, apesar do sucesso inicial da cirurgia, em virtude de problemas nos rins, afetados pela droga usada para evitar a rejeição do coração transplantado.

O que os jornais não noticiaram foi que Ari, já foi caiense. Foi trazido ao Caí, pelo seu pai, Carlos Zagar, quando este casou-se em segundas bodas com a também viúva Luiza Braun, que possuia um armazém, próximo ao cemitério. Ari viveu até a sua maturidade quando, depois de casar-se com a caiense Eni Machado foi morar em outras cidades trabalhando para o DAER. Quando moço jogou no Guarani





 

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