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Segunda-Feira, 01 de Dezembro de 2014 - Hora:13:52

Edição n° 120, de 29 de novembro a 5 de dezembro de 1984

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Agricultor de Tupandi morre esmagado pelo seu carretão

Na última quarta-feira, Seu Lauro Ervino Ludwig foi até a localidade de Morro da Manteiga para comprar alguns leitões e resolveu levar consigo a esposa, Dona Alodia, e duas sobrinhas: Cristiane, de seis anos e Daísa de três.

Seu Lauro morava em Tupandi e tinha 51 anos e era muito conhecido em toda a região. O veículo que ele se serviu para fazer esta viagem era um carretão. Esse veículo não andava mais de 10km/h. Quando Seu Lauro voltava do Morro da Manteiga para casa, seu veículo perdeu o freio na forte lomba que existe lá e precipitou-se numa velocidade de 80 km/h. Seu Lauro percebeu logo o problema, pois disse a mulher que o carro estava sem freios e tratou de encostar as rodas do lado esquerdo no barranco para fazer assim que o carretão parasse. A manobra foi feita com sucesso. Ninguém sabe explicar porque Seu Lauro quando o carretão já estava quase parando, caiu do seu acento e, tendo sido esmagado de encontro ao barranco ou atropelado pelo próprio caretão.

Poucos metros depois o caretão parou e Dona Alodia desceu, ao ver o estado do seu marido, ela pediu ajuda.

Seu Lauro não aparentava ter grandes ferimentes mas enquanto Linus Schaedler, pai das duas meninas, e seu vizinho Beno o colocavam no carro para levá-lo ao hospital, seu Lauro pediu a eles, que o levassem de pressa, pois ele estava muito machucado. Internamente seu caso era muito grave. Dez costelas, a clavícola e bacia haviam se quebrado e ele morreu naquela mesma noite no hospital de Bom Princípio, vítima de uma hemorragia interna.

Proibida a pesca no Rio Caí

Em virtude da pesca predatória e a grave situação ocasionada pela incidência do mosquito borrachudo, a SUDEPE resolveu proibir a pesca na região.

Até o dia 30 de junho de 1985 fica proibida a pesca amadora e profissional, com qualquer tipo de petrecho.

A maioria dos peixes da região se alimentam de larvas, e contribuem assim para o controle do borrachudo, um transtorno para a população.

Volta a Bom Princípio o Gaúcho devorado por jibóia

Após dez anos de desaparecimento, no último domingo, reapareceu o amigo e conhecido de todos em Bom Princípio.

Seu nome é Elmer Egon Schmidke, mas todos o conhecem como Gaúcho. Ele era alfaiate de Porto Alegre.

Gaúcho contou que passou a trabalhar com medição de terra. Atualmente ele possui uma fazenda em Rondônia e é funcionário do governo. Gaúcho passou por diversas aventuras. Uma delas conta ele, foi a viagem de Cuiabá a Porto Velho para medir terras na Ilha das Panelas. Durante 8 meses na floresta, conta Gaúcho que o caminhão partiu com 33 homens, retornando após com somente 24. Três morreram afogados, dois pegaram malária, dois foram mordidos por uma jibóia, um suicidou-se e um outro foi flechado por um índio. Ele está de férias e aproveitando para rever os amigos no Rio Grande do Sul.


Apareceu um sapo de cinco pernas no Caí

Na última sexta-feira, na casa do Seu Dirceu Azevedo no Caí, Dona Maria Azevedo e sua vizinha Noeli Padilha levaram um susto quando viram um sapo. Foi então que Dona Noeli percebeu que o sapo tinha cinco pernas. Esta quinta perna, ou braço, era menor que as outras e dura, sem articulação.

Tendo em vista o valor que elas podiam ganhar, elas o pegaram e trouxeram até o Fato Novo para que noticiassem a descoberta. Famoso entre os vizinhos , o sapinho já ganhou até apelido. Chamam-o de Delfin Neto.

 

 

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