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Segunda-Feira, 08 de Dezembro de 2014 - Hora:14:19

Edição n° 121, de 6 a 13 de dezembro de 1984

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Elisete aguarda seu julgamento

Mulher mata o marido com três facadas no Caí

Celomar da Silva ou Silomar, como também é conhecido chegou em casa alcoolizado, voltando de um baile no salão do Sadi na madrugada de sábado. Entrou em casa, no bairro Quilombo, e depois de alguns minutos estava discutindo com sua esposa, a empregada doméstica Elisete Terezinha Monteiro da Silva. Elisete é uma mulher negra muito robusta e, estando o marido alcoolizado, compreende-se que ela tinha condições de enfrentar o marido em luta corporal. E foi isto que aconteceu conforme puderam ouvir os vizinhos.

Ninguém se meteu, só viu a briga Celomar, Elisete e a pequena Angélica, filha do casal. Como a menina é muito pequena e Celomar morreu, só podemos ter conhecimento através das palavras de Elisete, que confessa ter matado o marido com três facadas.

Durante a briga o marido com uma faca lançou-se para cima da esposa, ela por ser muito robusta, atracou-se com o marido e conseguiu tirar a faca da mão dele. Com a faca na mão, pediu ao marido que parasse com as agressões, mas ele a atacou novamente. Foi então que ela deferiu a primeira facada, não contendo a raiva deu mais duas. Deixando o marido ao chão, agonizante, dirigiu-se para a casa da mãe, onde pediu ao irmão João Itamar que avisasse a policia.

Elisete é bastante conhecida uma vez que trabalhou como dómestica em muitas casas. Conforme dizem Elisete, Celomar não contribuía em nada para o sustento da casa e da família. O pouco que ganhava, gastava com seus vícios. Segundo a esposa pouco depois do casamento Celomar as brigas começaram a ser frequentes.

Na mesma manhã do crime, Elisete compareceu à delegacia acompanhada do advogado e deverá aguardar julgamento em liberdade, uma vez que não tem antecedentes.

A família do fundador de Bom Princípio reuniu-se para relembrá-lo

O primeiro encontro da família Winter, reuniu 350 membros desta família no último domingo na Sociedade Santa Cecília de Bom Princípio. A festa foi organizada por Ida Rumilda Winter Knob, bisneta do imigrante alemão Guilherme Winter.

Guilherme foi o primeiro morador de Bom Princípio, por isto o local é conhecido por winterschneise. Guilherme nasceu na Alemanha, e veio ao Brasil em 1829, casou-se aqui com Elisabete Müller, com a qual teve nove filhos.

A festa foi uma surpresa para todos os participantes, haviam familiares que não se viam há mais de dez anos. Pelos exemplos que se seguem, surgiu mais uma tradição em Bom Princípio, a festa da família Winter, que irá repetir-se de agora em diante, ano por ano.

Carro quase foi parar no Rio Caí

No último domingo, Nestor Felipe Loesch, de Coqueiral, perdeu-se na direção quando passava na rua que vai para Picada Cará, nas proximidades do Salão Beira Rio, e quase caiu no Rio Caí. O carro desceu num barranco com altura de 15 metros e por muito pouco não foi parar dentro do rio, onde as águas atingem uma profundidade de mais de 10 metros.

No Fusca além do proprietário, estava Nestor Aloysio Felter. Não houve ferimentos graves.

Gemada gigante em Arroio Feliz
Um caminhão com 168 caixas de ovos acidentou-se domingo passado em Arroio Feliz. Em cada caixa havia 30 dúzias de ovos, sendo ao todo mais de 60 mil ovos. Deste  total, aproximadamente 36 mil se quebraram, ficando o local coberto por uma grande gemada. O motorista Paulo Pattis Neto, de 36 anos, residente em Galópolis, feriu-se na nuca e na testa, mas não foi nada de muito grave. O acidente aconteceu quando ao sair de uma curva Paulo deparou-se com um veículo que vinha no sentido contrário, com luz alta, ofuscado pelos faróis o motorista deixou que seu caminhão saísse fora da pista e tombasse à margem da estrada.

 

 

 

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