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Edição nº 168 de 31 de outubro a 7 de novembro de 1985

Resumo de notícias de 30 anos atrás

Ele tem apenas cinco anos e passou mal até se livrar da moeda
Leandro engoliu 20 cruzeiros

O menino Leandro Schorn, de cinco anos, estava brincando com os irmãos. Eles haviam pego algumas moedas que o pai havia deixado sobre o armário, mas que caíram para o chão. Leandro colocou uma das moedas na boca e, como se tivesse feito uma grande proesa, quis mostrar o feito para a sua mãe. Levantou a cabeça, abriu bem a boca e falou: manhê. Ao pronunciar a palavra, a moeda escorregou pela garganta e ele a engoliu.

O menino sentiu-se muito mal. Ele vomitou, mas a moeda não voltou. Ela ficou tempo entalada no esôfago, mas acabou descendo para o estômago. Ali ela não causou mais incômodo.

Os pais de Leandro, Ari e Lilia Schorn, residentes na localidade de Canto do Rio, entre Bom Princípio e Harmonia, levaram o garoto até o doutor Ruy Fracasso. O médico se mostrou surpreso com o que viu no exame de Raio X. Pelo exame inicial a moeda parecia mal orientada para se encaminhar ao intestino e o doutor avisou os pais de que talvez seria necessário uma operação para tirar a moeda e mandou que eles trouxessem o menino dentro de mais alguns dias para que fosse feito um novo exame.

Depois de alguns dias foi batida outra chapa de Raio X e desta vez o médico constatou que a moeda já estava se encaminhando pelo intestino e seria expelida em breve, juntamente com as fezes. No dia seguinte apareceu a moeda.

Em casos assim, o melhor é que o objeto desça até o estômago, pois se o objeto voltar junto com o vomito, o individuo pode até morrer.


O menino Márcio ganhou 33 milhões na poupança

Trinta e três milhões e oitenta cruzeiros foi o quanto ganhou o menino Márcio André Schneider, de três anos, filho do gerente do Bradesco local, Nino Aloísio Schneider, e de Clarice Terezinha Scheneider. O menino não jogou na loteria ou na loto. Aconteceu apenas que seu pai fez uma pequena aplicação para ele e para seus irmãos na poupança premiada do Bradesco.

O Bradesco, que funciona na cidade há apenas quatro meses, já abriu 83 contas de aplicação deste tipo.


Livro escrito por caienses é publicado pela Secretaria de Educação e Cultura

Um livro escrito por professores caienses sob a coordenação da professora Marlene Therezinha Jeunenhomme, filha do doutor Bruno Cassel, foi recentemente editado pela Secretaria de Educação e Cultura do Estado e será distribuído para todas as escolas gaúchas. O título do livro é "Terra dos Farrapos: História, Lendas e Costumes". Ele trata da Revolução Farroupilha e é um livro didático contendo, além de textos nos quais são narrados os acontecimentos da revolução, tarefas para serem deselvolvidas pelos estudantes de primeiro grau que com ele aprenderão a conhecer melhor este grande episódio da história do Rio Grande do Sul.

O fato do livro ter sido escrito pelos professores caienses das redes de escolas municipais e estaduais e de ter tido tão boa aceitação, a ponto de ser o livro impresso e distribuído para todas as escolas gaúchas é um fato que engradece a cultura do nosso município.

Esta edição foi tão importante que o lançamento do livro foi escolhido pela Secretária de Educação como ato de abertura das comemorações dos 50 anos da criação da secretária.

 

 

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