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São Sebastião do Caí - Sábado, 13 de Maio de 2017 - Hora:08:02

Eloy dos Santos será nome de rua

Eloy terá seu nome na rua que fica junto à pracinha do Quilombo

Arquivo/FN

José Eloy dos Santos, filho de Trajano dos Santos e Maria Zilda dos Santos, nasceu em Porto Alegre no dia 13 de março de 1935. Teve seis irmãos, Ciro, Elizabete, Silvio, Paulo, Ana Maria e João Batista.

Eloy cursou o ensino fundamental no Colégio São Luiz, em São Leopoldo. Bem mais tarde, formou-se em Contabilidade na Escola Cenecista Alceu Masson em São Sebastião do Caí.

Em 1954 casou-se com Janete da Silva Santos e o casal teve três filhos, Miriam, Fernando e Joseandra.

Após cumprir o serviço militar na Base Aérea de Canoas, ingressou no Serviço Municipal de Águas e Esgotos de São Leopoldo (SEMAE), de onde saiu para trabalhar na Secretaria de Obras do Estado (Hidráulica), iniciando seu trabalho em Gravataí. Posteriormente foi transferido para São Sebastião do Caí, sendo o primeiro Técnico em Tratamento em Águas e Esgotos a atuar na nova Unidade de Saneamento, inaugurada em 1963 e sendo depois encampada pela CORSAN.


Amigo da cidade
Com o dom de bem relacionar-se, logo construiu um enorme círculo de amizades, tornando-se uma pessoa popular e muito admirada na cidade. Participativo, atuou em todos os eventos promovidos pelo município, o que naturalmente colaborou para que ingressasse na política. Primeiro pelo MDB e, mais tarde, pelo PDT. elegeu-se vereador por quatro mandatos, chegando a exercer a Presidência do Legislativo Municipal.

Foi fundador do Banco de Sangue do Hospital Sagrada Família, da Associação de Veteranos de São Sebastião do Caí e da Escola de Samba América, do bairro Navegantes. Participou, também, do Bloco Carnavalesco Prisioneiros do Ritmo da antiga Sociedade União (Poeira) e do Bloco de Casais do Clube Aliança, clube esse em que foi eleito presidente por dois mandatos.


Reconhecimento
Eloy compôs muitas músicas, samba enredo, marchinhas e hinos. Tanto que seu grande envolvimento com o Carnaval o levou a ser Rei Momo da cidade. Em 1992, aposentou-se da Corsan e foi homenageado por centenas de amigos, colegas e familiares em uma grande festa nas dependências do Grupo Folclórico Tapirapé. Onde, para sua surpresa e emoção, foi agraciado com Título de Cidadão Caiense.

Neste mesmo ano deixou de praticar o futebol (Eloy era um belo arqueiro, na Associação de Veteranos), mas nunca abandonou seu time de coração na cidade, o Grêmio Esportivo Riachuelo, o qual também presidiu em três oportunidades.

Uma prova da sua enorme amizade, solidariedade e simpatia, é o fato de ter vinte e sete afilhados na cidade, junto com sua esposa Janete.

Aposentado, dedicou seus dias a curtir a praia do Imbé, pescar, tarrafear e continuar fazendo o bem, sem olhar a quem.


A tragédia
Eloy tinha 73 anos quando, no dia 14 de dezembro de 2008, perdeu sua vida em um acidente automobilístico na Freeway. Ele ia para a praia pintar o chalé e ultimar os preparativos para receber sua família e amigos nas festas de Natal e Ano Novo, como sempre fazia.

Seu velório e sepultamento foram acompanhados por centenas de pessoas que lhe renderam a última homenagem num clima de muita emoção e incredulidade.


A rua
Em reconhecimento aos méritos de Eloy, o vereador Roque Schroeder indicou o seu nome para denominar uma pequena rua no bairro Quilombo. Junto à pracinha existente na esquina das ruas Esperanto e Helmuth Weirich. Projeto que foi unanimemente aprovado. Uma solenidade alusiva ao fato ser[a realizada no local, à dez horas da manhã desse domingo.

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