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Alto Feliz - Terça-Feira, 05 de Abril de 2016 - Hora:15:57

Estudantes são os únicos do Brasil selecionados para caçar asteroides

Escola Padre João Batista Ruland está entre as 16 escolhidas no mundo

Equipe tem cinco integrantes e é orientada pelo professor Juliano Vaz de Abreu Foto: Priscila Tonietto/Prefeitura

A organização Astrônomos sem fronteiras e a IASC – sigla inglesa para Colaboração Internacional de Pesquisa Astronômica - estão patrocinando uma campanha de busca de asteroides como parte do Mês Global de Astronomia (GAM2016) em abril. Dezesseis escolas de todo o mundo foram selecionadas para participar desta campanha – apenas uma brasileira - e essa representante nacional é de Alto Feliz.

A campanha consiste em analisar uma série de imagens captadas por um telescópio no Havaí, que chegam via sistema, às instituições participantes, e verificar a presença de asteroides. O desafio é encontrar esses astros ainda não catalogados e, por isso, após o término da campanha, as descobertas serão avaliadas quanto à sua veracidade.

“Astronomia é apenas uma das tantas possibilidades que se abrem para eles com esse projeto. O importante é que os alunos têm a possibilidade de participar de uma pesquisa científica, no mesmo nível de um astrônomo”, explica o professor orientador da equipe, Juliano Vaz de Abreu.

A equipe da Escola Municipal Padre João Batista Ruland é formada por cinco alunos do 9º ano, do Ensino Fundamental.

Euler Baumgarten, Felipe Palavro, Luan Welchen, Gregori Nichel e Mateus Kirch foram escolhidos pela direção do educandário e convidados a participar. Caso realizem alguma descoberta de asteroide verdadeiro e ainda não catalogado, em cinco anos serão convidados a nomear as descobertas.

O trabalho ocorre no contraturno escolar, em encontros marcados com o professo orientador. De acordo com os critérios do IASC, cada pacote de imagens encaminhado deve ser analisado em até 72 horas. O Mês Global de Astronomia iniciou em 31 de março e segue até o dia 5 de maio.

Para realizar a análise, os alunos-pesquisadores utilizam um software especial, que mede com precisão o tempo e a posição dos asteroides, movendo-se em segundo plano. As medições são registradas em um relatório enviado para o Minor Planet Center (Harvard).

Em 2015, cinco mil alunos de 500 escolas em mais de 80 países participaram nas buscas de asteroides. Desde o início em outubro de 2006, foram descobertos 1150 asteroides, dos quais 33 têm sido contados pela União Astronômica Internacional. Os Asteroides numerados são registrados em um catálogo oficial mundial. Agora é aguardar para ver quais serão as descobertas desses novos pesquisadores altofelizenses.

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