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Pelo Vale - Sexta-Feira, 01 de Agosto de 2014 - Hora:17:22

Federalização da 470 segue emperrada

Revisão de processo vem impedindo investimentos da União na rodovia que necessita urgente de melhorias

Falhas na pavimentação da 470 irritam motoristas e causam prejuízos aos usuários

Neste sábado, completa-se um ano da publicação de uma portaria no Diário Oficial da União que autoriza a federalização da RSC-470, que no Vale do Caí corta os municípios de Montenegro, São José do Sul, Salvador do Sul, São Pedro da Serra e Barão. Contudo, até o momento, não foi registrado qualquer investimento federal na movimentada rodovia.

E a chegada de recursos da União para as tão necessárias melhorias estruturais na estrada deve demorar ainda mais. Isso porque, após entregar o inventário da rodovia ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) – o que, junto com um termo de transferência de patrimônio, seria a última exigência para fazer a 470 virar uma BR -, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) teria recuado e pedido a retirada do trecho entre Bento Gonçalves e Nova Prata do processo. Dessa forma, o projeto retornou ao Ministério dos Transportes e deverá passar por uma nova análise de viabilidade.

O texto original previa que 238,3 quilômetros da estrada seriam incorporados à rede rodoviária da União, o que permitiria investimentos oriundos de emendas parlamentares e de projetos de infraestrutura federais.

A federalização da 470 é defendida com força por entidades da Serra Gaúcha, uma vez que a falta de investimentos em sua extensão estaria prejudicando o desenvolvimento econômico regional e colocando em risco os usuários da via. Lideranças de municípios do Vale do Caí vinculados à rodovia também se mostraram favoráveis à iniciativa. A bancada gaúcha em Brasília teve forte atuação para o andamento do processo, com a realização de uma série de audiências com representantes do Ministério dos Transportes e das entidades e lideranças políticas locais que defendiam a mudança da gestão da rodovia.

As queixas mais comuns dos usuários da estrada estão nas falhas da pavimentação – em alguns pontos o asfalto está, completamente, deteriorado - e nas faltas de terceiras pistas e de sinalização adequada para auxiliar durante as frequentes neblinas. Existe a expectativa de que alguns dos trechos mais movimentados sejam duplicados.

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