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Terça-Feira, 05 de Agosto de 2014 - Hora:10:24

Genebra

a Cidade da Paz!

Vista do Lago de Leman em plena primavera suíça. Destaque para as magnólias florescentes

Aqueles que assistiram aos primeiros capítulos de “Império” certamente ficaram impressionados com as imagens de Genebra, ou Genève, na Suíça, onde foram gravadas algumas cenas envolvendo os atores Chay Suede, Adriana Birolli e Regina Duarte. Tudo tão lindo, tão limpo e tão perfeito que mais parecia cenário, mas não é. Tudo era real e pode ser visitado. Tudo bem que Genebra é considerada uma das cidades mais caras do mundo, daí ser um destino turístico não tão popular, mas com as facilidades oferecidas pelas agências de viagem e um planejamento financeiro, não é impossível passar alguns dias em “terras de primeiro mundo”.  A época do ano ideal é de maio a setembro.

Genebra é a segunda cidade da Suíça em termos de população e é generosamente banhada pelo Lago Leman. Vale a pena uma caminhada sem pressa ao redor do lago ou mesmo um passeio de barco. É no Lago Leman que está a “Jet de L’eua”, uma maravilhosa fonte cujos jatos de água chegam aos 140 metros de altura e por isso considerada a mais alta da Europa.

Genebra é também chamada de “Cidade da Paz” e considerada importante centro de diplomacia e cooperação. É ali que estão localizadas a sede e departamentos de várias organizações internacionais, tais como ONU, Cruz Vermelha e UNESCO. Não é à toa que se chama “Convenção de Genebra” os acordos que determinam, entre outros assuntos, Direitos Humanos e tratamento respeitoso a prisioneiros e ex-combatentes de guerra.

A cidade é uma espécie de capital mundial dos relógios. As mais famosas e renomadas marcas podem ser encontradas, todas genuínas e com nota fiscal.

Continuando o passeio, ainda às margens do Lago Leman está o “Horloge Fleurie”, o “Relógio das Flores”, que muda de cor a cada estação do ano. O lugar não é somente ponto turístico, mas principalmente ponto de encontro da população local.

A Reforma Protestante iniciada na Alemanha em 1517 teve grande influência na história de Genebra através das figuras de Guilherme Farel, João Calvino, Teodoro de Beza e João Knox que são lembrados no “Promenade de la Treille e Mur des Réformateurs”, ou “Muro dos Protestantes” , um belíssimo monumento localizado no Parque dos Bastiões. Nas imediações do parque está a Catedral de Saint-Pierre, a qual também merece uma demorada visita para apreciar as suas obras de artes. Também é a cidade dos museus, para quem se liga em História e Política Internacional, imperdível é visitar o Museu da ONU e o Museu da Cruz Vermelha.

O aeroporto fica a aproximadamente dez minutos do centro de Genebra, sendo que o transporte que serve a cidade também é de primeiro mundo: é limpo, não atrasa e é seguro.

As opções de hotéis são várias; os preços podem assustar, mas com paciência e boa pesquisa dá para encontrar excelentes locais, quase sempre aconchegantes e decorados de maneira típica. O café da manhã oferecido – tanto no mais caro como no mais simples – é uma verdadeira refeição. Comida caprichada logo de manhã. Só por isso, vale a viagem.

Também é a cidade das festas. Uma das maiores acontece em dezembro. É promovido um concurso de chocolate e o resultado é que a população em geral come chocolate e marzipan o dia inteiro. Sem pagar nada.

Comer bem é a palavra de ordem e verifica-se a prevalência de restaurantes franceses especializados em peixes de água doce e fondue. Também tem as preparações à base de embutidos, sendo o mais famoso uma espécie de salsichão condimentado com erva-doce. Os queijos e vinhos fazem parte da refeição mais trivial. E o visitante acostuma-se rapidamente com estes ingredientes à mesa.

A noite em Genebra é bastante movimentada. As atrações prometem agradar todos os gostos, tem teatro, cinema, casas noturnas nas quais se dança romanticamente e discotecas que só fecham de manhã.

As possibilidades de compras são infinitas, mas antes de empolgar-se demais com o glamour de alguns objetos, não deixe de visitar o mercado que fica nas ruas da Cidade Velha. Mas, não preste atenção apenas naquilo que está disponível para venda, olhe ao redor, saboreie a paisagem e as bandeiras coloridas que enfeitam as sacadas de construções milenares.

Ter uma carteira com os euros contados não é motivo para você não saborear um bom vinho. Aos sábados, várias vinícolas localizadas próximas a Genebra tem degustação de bebidas e pequenas guloseimas. Aprecie, é de graça e quem oferece tem prazer que você coma e beba.  

A língua mais falada em Genebra é o Francês, mas lembrando que na Suíça também se fala o Alemão, o Italiano e o Romanche. A moeda oficial é o Euro.

O cidadão brasileiro não precisa de visto para entrar na Suíça, apenas passaporte atualizado (é obvio!) e o tempo de permanência é de 90 dias. No entanto, ao chegar em Genebra, o visitante terá que apresentar além do passaporte, comprovante de recursos financeiros para permanecer na cidade, passagem de volta cuja data não poderá ultrapassar 90 dias e comprovante de reserva de hotel ou carta/convite escrito em idioma local com o endereço e identidade da pessoa que hospedará o visitante. Simples assim. Coisa de país organizado.

Vale a pena se programar e dar uma espiadinha de como tudo isso funciona.

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