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Pelo Vale - Quinta-Feira, 02 de Março de 2017 - Hora:15:18

Hospitais de Montenegro e Caí receberão atrasados do Estado

Os valores estarão à disposição assim que a documentação for analisada pelo Banrisul

Carlos Batista (centro da foto) foi a Porto Alegre acompanhar o anúncio da liberação das verbas /Silvio Kaél/FN

Na última segunda-feira, dia 20, o governo do Estado anunciou, em cerimônia no Palácio Piratini, em Porto Alegre, a liberação de recursos para saldar os atrasos com 50 hospitais do Rio Grande do Sul. Entre ele, os Hospital Sagrada Família, de São Sebastião do Caí, e o Hospital Montenegro (HM). Após esta liberação, outro convênio deverá ser assinado, com valores inferiores ao anterior, com a promessa de que os repasses se mantenham em dia. Mas na tarde de ontem, terça-feira, os diretores das casas de saúde ainda aguardavam a liberação dos valores.

Segundo o Secretário de Saúde do Estado, João Gabardo dos Reis, o Estado está liquidando as dívidas com as instituições que somam R$ 276 milhões desde 2016. O pagamento foi possível graças a uma linha de crédito obtida no Fundo de Apoio Financeiro e de Recuperação dos Hospitais Privados sem Fins Lucrativos (Funafir), a ser pago pelo governo em 18 parcelas até novembro de 2018.


Aguardando
O diretor do Hospital Montenegro, Carlos Batista da Silveira é cauteloso, dizendo que é preciso entrar primeiro o recurso de R$ 15 milhões na conta do HM. “Assim que o dinheiro entrar na nossa conta, vamos pagar nossos funcionários, os prestadores de serviços médicos, fornecedores, acertar os impostos e preparar o retorno das especialidades, na medida do possível”. Ele cita ainda que toda documentação do hospital já foi encaminhada para o banco na última quinta-feira. Já sobre o novo contrato, o que preocupa Carlos Batista é a data da primeira remessa de verba, apenas dia 30 de abril.
Já o Hospital Sagrada Família, do Caí, vai receber R$ 1.260.000. Segundo o administrador Johnnie Locatelli, assim que estiver disponível, a verba será destinada a saldar empréstimos contraídos pelo hospital para cumprir com suas obrigações. “Muita coisa deixamos de fazer nos últimos anos para manter as contas em dia. Fomos obrigados a contrair estes empréstimos para pagar a folha e alguns fornecedores. Agora pretendemos regularizar tudo”, disse Locatelli, enquanto aguardava o aviso do Banrisul, a exemplo de Carlos Batista.

Até o fechamento desta matéria, o dinheiro não havia sido liberado para nenhum dos hospitais do Vale do Caí.

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