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Montenegro - Sábado, 13 de Janeiro de 2018 - Hora:08:00

Hospital Montenegro está superlotado e pode restringir atendimento

Todos os leitos estão ocupados, o que pode prejudicar o atendimento

Direção do hospital pede que casos sem gravidade sejam encaminhados para postos de saúde /Arquivo/FN

No final da tarde da última terça-feira, dia 9, a direção do Hospital Montenegro 100% SUS encaminhou uma nota para a imprensa avisando sobre a situação de superlotação da casa de saúde. “Devido ao grande volume atual de atendimento e internações o hospital vem trabalhando muito próximo da sua capacidade máxima instalada”, informaram o gerente administrativo Felipe Leser e o diretor técnico Fabrício Fonseca.

Visando manter o atendimento de qualidade à população do Vale do Caí, a direção do hospital solicitou que somente procure ou seja encaminhado ao setor de emergência (plantão) do HM os casos agudos com sinais de gravidade que configurem urgência ou emergência. “Casos com menor gravidade deverão procurar atendimento em postos de saúde. Tal regramento visa evitar que o volume de atendimentos e internações exceda a capacidade máxima instalada da instituição, fato que colocaria em risco a qualidade do atendimento em saúde prestado por este nosocômio e levaria a adoção de medidas restritivas no setor de emergência, bem como restrições a procedimentos cirúrgicos eletivos”, informou a direção, pedindo a compreensão da população.


Aumento nas internações
No ano passado, em junho, devido a superlotação chegou a ocorrer a restrição no atendimento, fato que pode se repetir devido a intensa procura pelo plantão médico. “Temos um limite de capacidade”, lembrou o doutor Fabrício. Ele estranha que em janeiro a procura esteja bem acima da média, mesmo se tratando de uma época de férias, quando muita gente está veraneando. Mesmo assim, todas as alas do hospital estão ocupadas, desde a emergência (plantão) até a UTI, internações e maternidade. “Estamos com os 51 leitos de clínica geral ocupados, assim como os 26 de saúde mental, 32 de maternidade e os dez da UTI”, declarou, na quarta-feira. “Onze pacientes de UTI estão na emergência por falta de leito”, completa.

A superlotação acaba prejudicando o atendimento em todos os setores. Como os médicos têm que priorizar os casos mais graves, acaba demorando o atendimento de demais pacientes. Na segunda-feira as cirurgias eletivas tiveram de ser suspensas por falta de leitos. “Os postos de saúde têm que funcionar melhor, com mais resolutividade. E também os demais hospitais da região”, afirma Fabrício Fonseca, entendendo que assim desafogaria o Hospital Montenegro. O que chama a atenção é o maior número de internações. Se a procura continuar intensa pode ocasionar restrição no atendimento, tanto na emergência como nas internações. Nos finais de semana e de noite a procura aumenta porque os postos de saúde estão fechados.

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