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Pelo Vale - Quinta-Feira, 19 de Setembro de 2013 - Hora:15:59

Hospital Sagrada Família divulga trabalho científico

Hospital do Caí é referência regional no tratamento de pessoas com dependência química

Psicólogo Giovane dos Santos representou o hospital Sagrada Família em congresso nacional

No ínicio do mês aconteceu em Búzios, no Rio de Janeiro, o 22º Congresso Brasileiro da ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas), no qual o psicólogo caiense Giovane dos Santos apresentou novo trabalho científico realizado pela Equipe de Saúde Mental do Hospital Sagrada Família.

O Brasil é atualmente o segundo país em uso de drogas, perdendo apenas para os Estados Unidos. No Brasil, 45% das pessoas experimentaram drogas antes dos 18 anos. Destes que experimentam, 48% tornaram-se dependentes de substâncias como a cocaína e o crack. Atualmente, 1,4% da população usam crack, e 4% usam cocaína aspirada no Brasil. (VEJA O GRÁFICO ABAIXO)


Prevenção

É muito importante trabalhar a prevenção ao uso de drogas, proporcionando que os jovens conversem com a família e inclusive com profissionais da área de saúde para obterem mais informações sobre as drogas e suas consequências. Os pais também devem buscar orientação com profissionais sobre como abordar o tema com seus filhos, antes que os mesmos experimentem e possam se tornar dependentes de drogas. Foi abordado no Congresso que infelizmente isto é raro acontecer, porque na área da saúde, as pessoas pensam em doenças e tratamento, mas frequentemente se esquecem de investir em prevenção.

Liberação da maconha em Portugal
No congresso, Giovane pôde aprimorar seus conhecimentos, compartilhando informações sobre saúde mental e dependência química, com palestrantes vindos de várias partes do Brasil e do mundo, como Nova Zelândia, Estados Unidos e Portugal. 


Em relação à liberação da maconha, a ABEAD posiciona-se contra, levando em consideração experiências de outros países, como Portugal, cuja droga foi liberada e teve como resultado, segundo Giovane, um grande aumento no consumo, associado ao aumento de suas consequências à saúde observadas através de evidências científicas, como problemas na memória, baixo desempenho na educação e inteligência, sintomas psicóticos, síndrome amotivacional, esquizofrenia desencadeada em predispostos, entre outros.

O psicólogo destaca a importância de também contribuir, através do trabalho com dados sobre a situação no Vale do Caí e no Rio Grande do Sul, em relação ao uso de substâncias químicas e suas consequências na saúde mental e na vida das pessoas. O profissional diz que existe bastante diferenças entre os países em relação a legislação sobre o uso de drogas ilícitas.

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