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Montenegro - Quarta-Feira, 02 de Agosto de 2017 - Hora:08:00

Interrogatórios são adiados para a próxima semana

Advogado de acusação chegou atrasado após ser abordado com carteira de habilitação cassada

/Guilherme Baptista/FN

As testemunhas de acusação – o ex-secretário de obras Edar Borges Machado e o ex-procurador Marcelo Rodrigues, deveriam ser ouvidos na última segunda, dia 31 de julho. Porém, como não foi possível a intimação do denunciado, o prefeito Luiz Américo Alves Aldana, ou o seu Procurador legalmente constituído, o Advogado Vanir de Mattos, até 24 horas antes do inerrogatório, o depoimento foi suspenso.

Borges e Marcelo estiveram na Câmara, mas o depoimento deles foi adiado para sexta-feira da próxima semana, 11 de agosto, às 9h. No mesmo dia devem falar os dois autores do pedido de impeachment, o ex-vereador Renato Kranz e a advogada Eliane da Rosa. Já as 16 testemunhas de defesa devem falar no dia 14 de agosto, segunda-feira, a partir das 9h.

E o depoimento do prefeito Aldana ficou para o dia 16 de agosto, quarta-feira, também 9h. A comissão ainda aguarda os documentos solicitados ao Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e prefeitura. O prazo para conclusão dos trabalhos é de 90 dias.


Abordagem e protesto
Pela primeira vez o assistente de acusação, advogado Afonso Praça Baptista, participou da reunião. Acabou chegando atrasado porque foi abordado na RS 240 e como estava com a carteira suspensa teve o veículo retido. “Não nego a infração de estar com a carteira cassada”, admitiu. Entretanto, disse ter estranhado o fato de ter sido abordado pela Guarda Municipal durante uma blitz, tendo sido solicitado seus documentos e depois chamada a Polícia Rodoviária Estadual. “Foi uma blitz montada pelo prefeito e assessor. A Guarda Municipal não tem competência para isso”, declarou.

“Estou com medo. Fizeram uma teoria da conspiração”, completou, dizendo que agora anda com dois seguranças e motorista. “Mas não vão me constranger”, garantiu.

De acordo com a Prefeitura, na segunda-feira foi recebida uma denúncia de que um veículo preto poderia estar transportando animais silvestres, como pássaros, de forma irregular. Conforme a Prefeitura, foram abordados vários veículos, entre eles do advogado. “Em nenhum momento a ação da Guarda Municipal foi truculenta ou deliberada no intuito de prejudicar ou denegrir a imagem de qualquer pessoa. Ao constatar as infrações, agiu de forma correta e dentro da lei. Neste caso específico, seus servidores foram agredidos verbalmente pelo infrator”, informou a assessoria de comunicação da Prefeitura.

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