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Montenegro - Sexta-Feira, 30 de Agosto de 2013 - Hora:19:53

Líder sindical é preso em motel com menina de 15 anos

Acusado é suspeito de ter relações também com irmãs de 16 e 20 anos

Delegado Marcelo Farias Pereira (foto) indiciou o sindicalista por exploração sexual de vulnerável e ele foi levado para o Presídio Central
A notícia de que um conhecido líder sindical teria sido preso em flagrante, num motel, com uma menina de 15 anos, causou enorme repercussão em Montenegro e na região. Bastante atuante, principalmente no meio rural e na política, o sindicalista, que recentemente foi reeleito para presidir uma entidade, também foi candidato a vereador na última eleição. Por tudo isso é bastante conhecido, além de ser de família tradicional no município.

A imagem do agricultor de 55 anos foi manchada após o flagrante ocorrido no início da tarde da última quarta-feira, dia 28. Conforme o delegado Marcelo Farias Pereira, já haviam várias denúncias contra o sindicalista e três inquéritos em andamento para averiguar a veracidade do que havia sido denunciado. O doutor Marcelo diz que vizinhos constantemente viam o carro do acusado junto da casa da família da vítima, no bairro Panorama. A suspeita da Polícia é de que os fatos já ocorriam desde 2009, sendo investigado o envolvimento do dirigente sindical com outras duas irmãs da vítima, estas de 16 e 20 anos de idade.

De acordo com o delegado, a Polícia está investigando também a participação da mãe das três jovens. A Polícia suspeita que ela colaborava com os crimes, oferecendo as crianças para se prostituírem em troca de dinheiro, alimentos e presentes. O acusado já teria sido inclusive intimado a depor sobre isso no Fórum local.

"No mínimo a mãe era omissa", entende o delegado.

A Polícia Civil e o Conselho tutelar receberam denúncias através de telefone e também pelo Disque 100. Após nova denúncia, a Polícia Civil montou uma campanha no início da tarde de quarta-feira, monitorando a saída do sindicalista da casa da menina e quando os dois entraram de carro num motel da cidade. Segundo o delegado, temendo que a menina fosse violentada, os policiais derrubaram a porta do quarto do motel e prenderam o acusado em flagrante. Ele estava sem camisa e a menor estava vestida.

Exploração sexual
Conforme o delegado, o sindicalista foi indiciado por exploração sexual de vulnerável, por se tratar de uma menor de idade. A pena para este tipo de crime, em caso de condenação, varia entre 4 e 10 anos de prisão.

O doutor Marcelo diz que a jovem prestou depoimento e confirmou que vinha sendo seduzida e que o acusado já tinha saído com suas duas irmãs, além de informar que dava dinheiro e presentes para sua mãe. Declarou ainda que era virgem e que era a primeira vez que havia entrado no motel com o acusado.

Já o acusado declarou que ajudava a família, por ser bastante pobre, e que tinha ido ao motel com a menina apenas para uma conversa. Alegou que estava sem camisa por que transpira muito. E garantiu que a jovem lhe disse que tinha 18 anos. "Ele apresentou uma versão contraditória", avalia o delegado.

A mãe das meninas defendeu o sindicalista, garantindo que ele é um amigo da família e que não fazia nada.

Para o delegado, o crime de exploração sexual de vulnerável se consumou. Além do flagrante, o doutor Marcelo representou pela prisão preventiva, que poderá ser decretada pela Justiça. Só então o delegado diz que poderá divulgar o nome do acusado, que ainda n a quarta-feira foi encaminhado ao Presídio Central, em Porto Alegre.

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