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So Sebastio do Ca - Quarta-Feira, 01 de Fevereiro de 2017 - Hora:15:52

Mais um caiense é encontrado morto no rio Caí

Foi o quinto homicídio ocorrido em janeiro

Bombeiros retiraram o corpo do rio Caí. Bacaninha estava desaparecido desde sábado /Bombeiros/Divulgação

Ainda no final de semana já circulava pelo Caí um boato de que mais um homem teria sido morto e jogado no rio. O local seria na curva da Estrada dos Berwanger, que fica na beira do rio, no bairro Navegantes.

A Polícia Civil, que já vem investigando outros quatro homicídios ocorridos em janeiro, buscou informações sobre mais este caso. Conforme a delegada Cleusa Spinato, as informações eram de que um morador do bairro Navegantes, conhecido como “Bacaninha”, estaria desaparecido desde o último sábado. E que teria sido morto, amarrado a uma pedra e jogado no rio Caí.

Com base nas informações, na manhã de ontem, terça-feira, a Polícia Civil solicitou aos Bombeiros Voluntários de São Sebastião do Caí para realizarem buscas no chamado “poço dos Fuchs”. Utilizando um barco, com o apoio da Brigada Militar os bombeiros logo localizaram o corpo por volta de 10h20min. Após o resgate, o corpo da vítima foi encaminhado ao Departamento Médico Legal (DML) de Novo Hamburgo para a necropsia que deverá apontar oficialmente a causa da morte.


Ligação com o tráfico
Segundo a Brigada Militar e a Polícia Civil, o corpo estava com cabo de aço amarrado na cintura e preso a uma pedra. E apresentava perfurações de tiros. De acordo com a Polícia, este seria o quarto homicídio de janeiro que provavelmente tenha ligação com o tráfico de drogas.

O primeiro caso foi três semanas atrás, quando o corpo de um adolescente de 17 anos, morador do bairro Vila Rica, apareceu boiando no rio Caí em Pareci Novo. A Polícia recebeu na última semana a confirmação que havia marcas de tiros no corpo de Wellington da Silva Panzenhagen. Depois um corpo foi encontrado enterrado na margem do rio Caí, no bairro Navegantes, também com marcas de tiros e sendo identificado como sendo de Anderson Brochier, o “Andy”, 31 anos. No dia seguinte, Wiliam Keller de Moura, 23 anos, foi morto com um tiro na cabeça no Loteamento São José. Nos três casos e também agora na morte de “Bacaninha”, a Polícia confirma que as vítimas eram usuários de drogas. Uma das suspeitas é de acerto de contas por dívidas na compra de tóxico.

Apenas a morte de Paulo César de Oliveira, 49 anos, ocorrida na semana passada no bairro São Martim, não teria relação com o tráfico. A motivação deste caso ainda está sendo investigada, tendo a suspeita de crime passional.


Bacaninha
Leandro Celestino dos Santos, o “Bacaninha”, de 45 anos, era bastante conhecido no Caí. Segundo os familiares, o apelido é justamente porque era um cara legal. Desempregado, solteiro e sem filhos, morava no bairro Navegantes. Para sobreviver catava materiais recicláveis e também costumava vender frutas.

Conforme a Brigada, “Bacaninha” tinha antecedentes por porte de drogas, por ser usuário de crack, além de pequenos furtos. Em razão do adiantado estado de decomposição, a família não teria como fazer a despedida com velório, tendo de ser feito direto o sepultamento assim que o corpo chegasse do DML.

Qualquer informação, mesmo de maneira anônima, que possa ajudar na elucidação deste e dos demais homicídios pode ser passada para a Polícia Civil através dos telefones 3635 1020 ou 3635 4829 da Delegacia do Caí, ou pelo whats da DPPA no 984168115.

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