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Feliz - Quinta-Feira, 16 de Fevereiro de 2017 - Hora:15:30

Marcado o julgamento dos acusados da morte de Djalmo Bohn

Júri popular será no dia 6 de abril na Câmara de Vereadores

Tiago Fernandes e Geraldo Reichert serão julgados pela morte de Djalmo Bohn /Arquivo/FN

Após quase dez anos vai voltar a ocorrer um júri popular na Feliz. E o julgamento envolve um dos crimes de maior repercussão no município e na região.

Em 26 de dezembro de 2011 foi assassinato o empresário Djalmo Lírio Bohn, de 51 anos. Ele estava na frente de sua casa e junto de seu veículo, quando foi executado a tiros por um motociclista que estava de capacete e com o rosto encoberto.

O homicídio foi destaque em noticiários do Estado e do país. Câmeras de um estabelecimento próximo gravaram a execução e as imagens foram exibidas em emissoras de televisão e na internet. A investigação da Polícia Civil apontou Tiago Fernandes, de 29 anos, como o autor dos tiros. Ele trabalhava como motoboy de uma lancheria de Nova Colúmbia (Bom Princípio). Conforme a Polícia, Tiago teria confessado que ganharia R$ 50 mil do empresário Geraldo Vitorino Reichert, 57 anos, para executar Djalmo. Tiago teria sido empregado de Reichert numa empresa de materiais de construção de Bom Princípio. O motivo do crime, segundo a Polícia, seriam desacordos comerciais entre os dois ex-sócios, Geraldo e Djalmo.

Tiago e Geraldo chegaram a ficar presos na Penitenciária de Montenegro por cerca de dois anos. Eles foram libertados em abril de 2014, após os advogados dos réus entrarem com habeas corpus. E agora, mais de cinco anos após o crime, os acusados serão julgados.

Conforme a escrivã do Fórum da Feliz, Leoniria Huppes, foram realizadas diligências solicitadas tanto pela acusação quanto pela defesa. Após concluídas as diligências, o julgamento foi marcado para o dia 6 de abril, uma quinta-feira, a partir das 9 horas da manhã, na Câmara de Vereadores da Feliz. O tribunal do júri será presidido pela juíza Marisa Gatelli, enquanto na acusação vai atuar o promotor de justiça Rafael Russomano Gonçalves. A advogada Mara Elaine Dresch Kaspary é a defensora de Tiago. E os criminalistas André Luis Callegari e Ariel Weber são os advogados de defesa de Geraldo. Os advogados defendem que os réus são inocentes. A família de Djalmo também chegou a contratar um advogado, Gerônimo Catani, para atuar como assistente de acusação, por entender que os dois réus são culpados pelo crime.

Antes do julgamento, no dia 8 de março serão escolhidas 21 pessoas que poderão atuar como jurados. Destes, sete serão sorteados no dia do julgamento. Como se trata de júri popular, ele será aberto ao público, podendo ser assistido pela comunidade de acordo com a limitação de lugares no auditório do legislativo, que tem capacidade para cem pessoas.

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