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Montenegro - Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018 - Hora:08:00

Montenegrino morre de leucemia aos 31 anos

Muitas pessoas doaram sangue e rezaram pela recuperação de Diogo Gehlen Dapper

/Facebook/Reprodução

Diogo Gehlen Dapper lutou bravamente, mas não resistiu a leucemia linfocítica e veio a falecer na última sexta-feira, 26 de janeiro.

Foi uma luta de quase dois anos. Conforme o irmão, o advogado Cícero Gehlen Dapper (35 anos), em 2016 surgiram algumas manchas no corpo e tosse. Até então Cícero não tinha tido nenhum problema grave de saúde. Solteiro e sem filhos, trabalhou no CFC Montenegro e anteriormente na empresa Transantana de Capela de Santana. De acordo com Cícero, o primeiro diagnóstico foi de câncer linfático, que provavelmente evoluiu para leucemia (câncer no sangue). Foi iniciado então o tratamento com quimioterapia, o qual deu bom resultado. Entretanto, no ano passado a doença acabou voltando e sua saúde se agravou.

A esperança da família e dos amigos era de que com o transplante de medula óssea Diogo pudesse finalmente se curar. E todos estavam otimistas, já que se descobriu que o irmão Cícero era compatível para fazer a doação de medula. “Estávamos se preparando para fazer o transplante agora em janeiro”, diz Cícero. Mas o procedimento dependia de Diogo responder bem ao tratamento de quimioterapia, para que estivesse preparado para receber o transplante. Lamentavelmente isso não aconteceu.

Diogo estava muito debilitado. Foi feita uma grande mobilização, através das redes sociais e corrente de solidariedade, aonde dezenas de pessoas doaram sangue em Porto Alegre. “Agradecemos a todos que ajudaram”, destaca Cícero. A mãe, Isabel Gehlen, também ressalta o quanto foi importante a solidariedade de todos. “O Diogo lutou pela vida até onde foi possível”, diz Cícero. A família Gehlen teve outra perda em novembro passado, que foi do advogado Gilberto Gehlen, avô de Diogo.

Diogo faleceu no Hospital Santa Casa, em Porto Alegre, na noite da última sexta-feira, por volta de 20h. O sepultamento teve grande presença de familiares e amigos. “Ele era uma pessoa tranquila e afável, que lutou pela vida até o fim”, conclui Cícero.

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