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Montenegro - Quarta-Feira, 17 de Maio de 2017 - Hora:08:56

Montenegro está entre as 40 melhores cidades para envelhecer

Levantamento envolve cidades entre 50 mil e 100 mil habitantes

Maturidade ativa: idosos ativos e com saúde

Das 348 cidades brasileiras que têm entre 50 mil e 100 mil habitantes, Montenegro está no 35º lugar no país entre as melhores para envelhecer. O levantamento foi divulgado pela Revista Exame, de circulação nacional e pertencente ao Grupo Abril, justamente no dia em que Montenegro comemorou 114 anos, em 5 de maio. No Rio Grande do Sul, Montenegro ficou atrás apenas de Lajeado (7º lugar), Ijuí (32º) e Esteio (33º). Portanto, Montenegro figura na quarta posição no Estado, ficando na frente de Farroupilha, que foi a última cidade da lista entre as 40 melhores do país para envelhecer. A boa avaliação também foi destaque no jornal RBS Notícias do último sábado.

A pesquisa levou em conta as cidades que se destacam por oferecer boas condições de vida para as pessoas com mais de 60 anos. Foi o que revelou o Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade, elaborado pelo Instituto de Longevidade Mongeral em parceria com a FGV. Os municípios foram classificados segundo sete variáveis: indicadores gerais, cuidados de saúde, bem estar, finanças, habitação, educação e trabalho e cultura e engajamento, que receberam pesos com base nas principais necessidades da população na terceira idade.

Até mesmo o clima foi levado em consideração para a elaboração do ranking, inclusive tirando pontos das cidades de acordo com a freqüência com que eles apresentam dias com altas temperaturas, chuvas intensas ou baixa umidade. Os municípios ainda foram avaliados segundo classificações específicas – com diferentes pesos para cada variável – com foco na parcela com idade entre 60 e 75 anos e para população acima dessa faixa. E as cidades que estão entre as melhores no país para envelhecer também certamente oferecem boas condições de vida para outras faixas etárias da população.

Das 40 melhores cidades para quem tem mais de 60 anos, trinta estão na região Sudeste, a grande maioria em São Paulo, que conta com 25 municípios na lista e ocupa as seis primeiras posições. Nenhuma está localizada nas regiões Norte ou Nordeste. Da região Sul aparecem doze cidades, sendo cinco do Rio Grande do Sul.

A primeira do ranking no país é São João da Boa Vista, uma cidade paulista um pouco maior que Montenegro, com 88 mil habitantes. Entre os destaques da líder estão às baixas ocorrências de mortes por armas de fogo e o número de estabelecimentos com atendimento ambulatorial. Por isso somou 99,82 pontos na nota. Não é muito diferente de Montenegro, que também obteve uma ótima avaliação com 82,02.


Boa qualidade de vida
Com cerca de 65 mil habitantes, Montenegro é a maior cidade do Vale do Caí. Conta com dois grandes hospitais, postos de saúde, universidades, escolas, comércio, indústria e agricultura fortes, além de oferecer muitos serviços e entretenimento. Os idosos têm ainda acesso a aprendizado de informática, passagens gratuitas nos ônibus, vacinas, vagas preferenciais nos bancos, supermercados e estacionamentos, ingressos mais baratos no cinema e eventos, entre outros benefícios que podem ser aproveitados.

Para o presidente do Conselho Municipal do Idoso, o ex-vereador Douglas Hallam, Montenegro oferece muitos atrativos para a terceira idade, como atividades de dança, esporte, bailes e outros locais de lazer e entretenimento. Aos 74 anos, cita ainda a grande integração existente na comunidade. “Os Conselhos Municipais funcionam e se movimentam. Os integrantes são bastante ativos, inclusive buscando auxílios e encaminhamentos”, afirma.

O mesmo pensa a professora aposentada Hedi Thomsen, 76 anos, conhecida pela atuação na direção do Movimento de Preservação do Patrimônio Histórico e nos grupos de parceiros voluntários. “Nossa cidade oferece muita qualidade de vida e saúde”, elogia Hedi, natural de Giruá e que adotou Montenegro para viver.

Para os membros da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Montenegro (Apopesmonte), o município é realmente um bom lugar para se envelhecer. “É uma cidade ainda do interior, onde as pessoas se conhecem”, cita o ex-vereador e sindicalista Laureno Renner. Natural de Passo Fundo, ele diz que em Montenegro encontrou pessoas de todas as origens.

Já Aristeu da Silva, 79 anos, de Santa Catarina, a cidade é ótima. “É tranqüila. Gosto muito de viver aqui. Ando de bicicleta para todos os lugares”, afirma.

Mesmo com a boa avaliação, Laureno entende que Montenegro poderia ser ainda melhor. “Existem várias carências”, diz, citando a falta de uma maior acessibilidade para os idosos e deficientes físicos, além de mais atividades de lazer. Entre as sugestões cita creche para idosos, onde poderiam ficar convivendo durante o dia enquanto filhos e familiares trabalham. Conforme Laureno, hoje Montenegro possui cerca de 15 mil aposentados.


Maturidade Ativa
Entre as entidades que realizam um trabalho importante com a terceira idade está o Sesc. Através do grupo Maturidade Ativa são oferecidas várias atividades como danças, passeios, esporte, coral, entre outras. “O importante é o idoso estar ativo e saudável”, destaca Hélio Silva. Uma das modalidades que vem ganhando muitos praticantes é o câmbio – um esporte semelhante ao vôlei, mas que é adaptado para os idosos.

Na última segunda-feira o Maturidade Ativa também estava participando da Feira Municipal de Educação e Promoção de Saúde, na Praça Rui Barbosa. Já em 31de maio estará envolvido com as atividades do Dia do Desafio. E depois terá a programação do Mês do Idoso.


Sem municípios menores
A pesquisa sobre as melhores cidades para envelhecer não envolveu os municípios menores da região. O levantamento abrangeu apenas cidades com mais de 50 mil habitantes. Portanto, no Vale do Caí só Montenegro fez parte. Mas na nossa região vários são os municípios que se destacam em qualidade de vida. Em outras pesquisas, cidades como Feliz, Tupandi, Bom Princípio, Harmonia, São José do Hortêncio, São Vendelino, Pareci Novo, Salvador do Sul, Alto Feliz, entre outros, figuram entre os primeiros não só no índice de desenvolvimento humano (IDH), mas também pelas baixas taxas de analfabetismo, saúde e estrutura. Isso comprova cada vez mais que o nosso Vale da Felicidade é de Primeiro Mundo.

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