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Barão - Terça-Feira, 03 de Março de 2015 - Hora:18:25

Novos ataques a caixas eletrônicos na cidade

Explosões destruíram posto do Banco do Brasil e agência do Banrisul

Restos de tijolos ficaram espalhados em frente ao terminal de autoatendimento do Banco do Brasil

“Só dá mais Barão nos jornais”. O grito de um popular, um desabafo carregado de preocupação, enquanto a reportagem do Fato Novo fazia registros fotográficos do novo ataque a instituições bancárias da cidade – ocorrido na madrugada do último domingo -, justifica-se com sobras. Foi a quarta ação contra caixas eletrônicos ocorrida, apenas, desde setembro do ano passado.

Dessa vez, contudo, a destruição impressionou. Por volta das 2h15min ocorreu a primeira explosão, no posto bancário do Banco do Brasil, junto a um supermercado. A carga de explosivos usada chegou a destruir parte da parede do prédio, com pedaços de tijolos sendo encontrados a cerca de 30 metros de distância, sobre a RSC 470. Alguns minutos depois, do outro lado da via, foi a vez dos dois caixas eletrônicos da sala de autoatendimento do Banrisul serem arruinados. A parte interna da agência também sofreu consideráveis danos. Conforme informações, os caixas do BB estariam em manutenção e sem dinheiro. Contudo, da instituição vizinha teria sido levada uma quantia, cujo valor não foi informado.

A ação teve uma testemunha, que informou que pelo menos quatro criminosos encapuzados e fortemente armados teriam participado dos ataques. Um Cruze branco foi utilizado na fuga em direção a Salvador do Sul.

Barreiras foram montadas em estradas da região pela Brigada Militar, mas sem localizar qualquer suspeito.

Outra vez, autoridades e lideranças comunitárias lamentaram a falta de efetivo policial para atender Barão e a região. Uma mesma equipe é responsável por quatro municípios. O comandante regional da Brigada Militar, coronel Leodimar Aldo Mantovani, esteve na cidade, onde verificou a situação e conversou com moradores.

"Estão todos muito assustados com os ataques", frisa. Conforme Mantovani, havia a esperança de que novos soldados viriam com o concurso da Brigada Militar, mas o curso para formação está suspenso pelo Governo do Estado em razão da contenção de gastos.

A comunidade também teme que, devido aos ataques, o município fique sem o terminal do Banco do Brasil e que a agência do Banrisul não reabra. Sobre o fato de Barão ser constantemente alvo dos bandidos, o coronel acredita num conjunto de fatores, entre eles a facilidade de fuga por várias estradas.

A hipótese da interrupção dos atendimentos não é confirmada pelos bancos. “Não tenho essa informação e não acredito que isso vá acontecer. De toda a forma, desde o ano passado, estamos pedindo reforços no efetivo policial. O Município vai ajudar no que é possível”, afirma o prefeito baronense, Jefferson Born “Biriba” (PP). O prefeito pretende marcar, para os próximos dias, uma audiência pública para tratar sobre a questão da segurança na cidade.

A investigação dos novos ataques a bancos em Barão está sendo conduzida pelo Deic.

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