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Pelo Vale - Sexta-Feira, 30 de Janeiro de 2015 - Hora:19:28

O Vale se destaca na educação infantil

A prefeitura do Caí inaugurou uma nova creche no bairro Quilombo e tem planos de criar outra no São Martim

Como todos reconhecem, a educação é um fator determinante para o desenvovimento de um país. E o mesmo se pode dizer dos municípios.

É bom ver, portanto, que os municípios do Vale do Caí são os melhor situados do estado também nesse aspecto.
Segundo pesquisa realizada pelo Tribunal de Contas do Estado, dos dez municípios gaúchos que melhor atendem à população infantil atualmente, dois são do Vale do Caí.

São Vendelino, município que é administrado pela professora Marli Weissheimer, é o número um do estado. Tem mais vagas nas suas escolas do que crianças para matricular.

Alto Feliz é o sétimo municipio do estado quanto à disponibilidade de vagas nas escolas infantis.

Vários outros municípios da região estão entre os cem primeiros colocados: Harmonia (25º colocado), Bom Princípio (34º), Feliz (41º), Pareci Novo (57º), Tupandi (61º), São Sebastião do Caí (81º), São José do Sul (85º), Vale Real (88º) e Linha Nova (93º).

A maioria desses municípios são jovens e é admirável que já consigam proporcionar bom ou, ao menos, razoável, atendimento à população infantil. Os custos das escolas infantis são até mais elevados do que os das escolas do ensino fundamental ou médio.

Todos os prefeitos gostariam de proporcionar a educação infantil às crianças do seu município. Os que se destacam são aqueles que se preocuparam antes em fortalecer economicamente os seus municípios. Sem recursos, não dá para fazer muita coisa.

É até admirável que um município como o Caí tenha ficado entre os 100 melhores municípios do estado, nesse aspecto.
Ele só agora está conseguindo recuperar-se da crise econômica causada pelo fechamento das fábricas Azaléia.

Recentemente foi inaugurada uma grande escola infantil no bairro caiense Quilombo e está nos planos da administração municipal implantar mais uma no bairro São Martim, que é o mais carente do município, nesse aspecto.

O prefeito Darci Lauermann, que é casado com uma professora, logo que assumiu o seu primeiro governo, em 2009, elegeu a educação como prioridade número um. Tem mostrado persistência nesse propósito e deverá terminar o seu segundo governo com o orgulho de haver obtido progresso significativo nesse setor.

Sem melhoria na educação, principalmente na infantil, não há possibilidade de desenvolvimento sólido.

É importante que os municípios se fortaleçam economicamente para que possam arcar com essa responsabilidade. Para o governo federal, essa é uma responsabilidade dos municípios.

Mesmo que os municípios do Vale do Caí estejam em melhor situação do que os demais no estado, o certo é que nenhuma criança deixe de frequentar a escola. Um objetivo que ainda está longe de ser atingido na maioria dos municípios.

Quase todos os municípios da região estão bem posicionados na educação infantil. O Rio Grande do Sul tem, praticamente, 500 municípios. São 497.
Dos vinte municípios que compõem a região, 13 estão entre os 125 melhor situados no estado


Um grande passo para o desenvolvimento
A primeira infância é uma excelente fase para o aprendizado e não poderia estar sendo desperdiçada

Antigamente, as crianças só iam para a escola aos seis anos de idade. Elas permaneciam na casa dos pais e tinham contato apenas com a família e vizinhos. As mulheres não trabalhavam fora, ficavam em casa cuidando dos filhos e da casa. Os casais tinham muitos filhos e era necessário cuidar deles. As filhas mais velhas ajudavam a mãe a cuidar dos menores.

Falando-se em Vale do Caí, a situação começou a mudar na década de 1980, quando o boom da indústria de calçados ultrapassou as divisas do Vale do Sinos. Dezenas de indústrias de calçados foram implantadas no Vale do Caí e as mulheres tiveram a oportunidade de trabalhar fora de casa, contribuindo para a renda da família. Na indústria do calçado, a mão de obra feminina sempre mais valorizada, pois elas se destacam como costureiras.

Surgiu, então, a necessidade da criação de creches. Ou seja, locais onde as mães podiam deixar seus filhos em segurança enquanto elas estavam trabalhando na fábrica.

Com o progresso do país e, especialmente, da região, as creches foram melhorando e se transformando em escolas. Hoje, as crianças não “ficam” na creche. Elas passaram a frequentar uma escola desde os primeiros anos de vida.

Isso representa um progresso excepcional, pois nos primeiros anos de vida, quando a mente da criança está se formando, ela tem capacidade maior de absorver informações novas. É um período excepcional para o ensino, que antes não era bem aproveitado.

 

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