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Pareci Novo - Sábado, 20 de Maio de 2017 - Hora:08:00

Parceria público-privada deve restaurar o antigo seminário

Busca é por parcerias para garantir a restauração

/Lu Bohn/Reprodução

Mais um passo para a restauração do prédio do antigo seminário jesuíta, no centro de Pareci Novo, foi dado na última quarta-feira, dia 17. O município recebeu a visita do Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Jayme Pinent, da diretora no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado, Mirian Sartori Rodrigues, e do arquiteto Jorge Evangelista.

A visita teve como objetivo concretizar a montagem do edital para a formação de parcerias público-privadas para o restauro do antigo seminário. Para o prefeito Oregino José Francisco, o restauro do antigo Seminário São José representa o antes e o depois para o município. Ele entende que o projeto irá impulsionar o desenvolvimento econômico, histórico, turístico e cultural de Pareci Novo e, certamente, contribuirá para o desenvolvimento de toda a região do Vale do Caí.

Devem ser restaurados os quatro pavimentos do prédio construído em 1901 e que conta com 5 mil metros quadrados. Já foi mantido um contato com o Instituto Hugo de São Vítor, de Porto Alegre, que manifestou interesse em instalar no local uma escola de excelência.


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O antigo seminário jesuíta de Pareci Novo localiza-se em uma área próxima ao Rio Caí, com solo extremamente fértil e coberto por vegetação, um antigo latifúndio adquirido pelos jesuítas em 1895, quando o Seminário Menor de São Sebastião do Caí foi transferido para o local. A antiga sede da fazenda ali existente foi usada como alojamento dos seminaristas e a área de entorno foi o embrião do futuro Seminário São José. Atualmente o complexo está localizado na área urbana do município.

Em 1900, com o crescente número de seminaristas, foram iniciadas as obras de uma nova sede, com projeto do arquiteto João (Johann) Gruenewald e executadas pelo polonês José Frast. Em 1901 concluiu-se a construção parcial do novo edifício. Nesta etapa foi construída uma ala paralela à rua, com três pavimentos. Em 1929 o Seminário foi ampliado, com a conclusão das alas em 1931.O edifício abrigou nomes de destaque da Ordem dos Jesuítas como o Pe. Theodor Amstad (1851-1938), idealizador do complexo, e o Pe. Balduino Rambo (1905-1961), destacado estudioso da botânica regional.Além de estudantes, o complexo abrigava jesuítas que garantiam a sustentabilidade da instituição, com a confecção de roupas, cozinha própria, horta, pecuária, marcenaria, ferraria, abatedouro, pomares, etc. Nesta época, em função da alta qualidade do solo, foram incrementadas as atividades de floricultura, tradição e fonte de recursos do município até os dias atuais. Fazem parte do complexo, além do edifício, uma piscina construída na rocha e oriunda da antiga fazenda, e a Gruta do Silêncio, local de retiro e oração.Em 1992 a propriedade desativada foi vendida à iniciativa privada, com vistas ao incremento da floricultura. Em 2006 o município adquiriu a propriedade para restauro e atividades culturais, por solicitação da comunidade.

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