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Pelo Vale - Quarta-Feira, 24 de Janeiro de 2018 - Hora:08:00

Rapaz de 22 anos morre uma semana após acidente

Leonardo Bruchez era bastante conhecido e estimado

“Léo” dirigia um Vectra que foi atingido por um Astra que chegou a incendiar /Reprodução/FN

O rapaz de 22 anos que estava em estado grave desde o acidente que foi vítima no domingo da semana passada não resistiu e veio a falecer na madrugada do último dia 21. Leonardo Bruchez sofreu graves ferimentos, entre eles traumatismo craniano. Chegou a passar por cirurgia no Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Canoas, mas não resistiu e veio a falecer por volta de 5h30min de domingo passado.

O velório aconteceu na Sociedade Esperança de Morro Carrard, em São Vendelino. Na segunda-feira pela manhã foi celebrada missa de corpo presente na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, de São Vendelino, seguida de sepultamento.


O acidente
O acidente ocorreu na madrugada de domingo retrasado, dia 14, por volta de 4h40min, na RS 122, altura de Santa Teresinha, perto da empresa Canello. Leonardo era motorista de um automóvel Vectra de cor cinza e placas ABN 0002.

Morador do Morro Carrard, ele tinha na carona o amigo Ivan Frussieger, 21 anos, residente na localidade de Piedade, em Bom Princípio.

Conforme Ivan, os dois trafegavam no sentido Bom Princípio/São Vendelino, quando numa curva ocorreu a colisão com um Astra branca, de placas IKC 1165. O motorista do Astra era Douglas Gonçalves, 23 anos, residente na Linha Griebler, em São Vendelino. Ele também sofreu lesões, com fratura de costelas, e conseguiu escapar antes do Astra pegar fogo e ficar completamente destruído. Já Ivan teve fratura na clavícula. Bombeiros Voluntários, Samu e Polícia Rodoviária Estadual atenderam a ocorrência.


“Era a alegria da casa”
Filho caçula, Leonardo deixa os pais Reinaldo Sireno Bruchez e Inês Acélia Guth Bruchez, , irmãos Leandro (32 anos), Tatiane (31 anos) e Fabiane (23 anos), avó Olinda, e demais familiares e um incontável número de amigos. Muitos estão se manifestando e o homenageando através de sua página no facebook, mostrando o quanto era estimado por todos. “Ele era a alegria da casa e de todos”, lembra a irmã Tatiane, muito consternada. Os pais, ainda em estado de choque, não tiveram sequer condições de falar.

Também conhecido como “Léo”, o rapaz gostava de participar de eventos, onde estava sempre rodeado de amigos. Ia a encontros de carros rebaixados, bailes e festas. Também gostava de jogar futebol e atuava na equipe do Esperança, de Morro Carrard. Mas também trabalhava já de pedreiro com o pai e o irmão Leandro na construção civil.

Ivan Fussieger, que estava com Léo no momento do acidente, também se manifestou pelo facebook. “Meu irmão, a saudade já estão tão grande que o coração está em pedaços. Te ver naquele dia foi um dos piores momentos da minha vida. Mas não te abandonei um segundo e nunca vou te abandonar. Você está marcado na minha memória, no coração e na minha pele”, postou, mostrando uma tatuagem.

A família espera que as circunstâncias do acidente sejam devidamente elucidadas e que quem for responsável seja punido. “É um absurdo que toda semana morra gente inocente”, protesta a advogada Mara Elaine Dresch Kaspary, que está dando auxílio para a família de Leonardo e demonstra grande preocupação com os freqüentes acidentes graves na RS 122.

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