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Feliz - Quarta-Feira, 06 de Setembro de 2017 - Hora:08:00

Redução de recursos causa preocupação sobre o futuro do IFRS

Obras estão em andamento, mas se recursos diminuírem mais pode comprometer a manutenção do campus

/Reprodução/FN

Os cortes nos recursos do Governo Federal atingem também as instituições de ensino. E isso afeta também o campus da Feliz do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.

O IFRS, que iniciou em 2008 como uma escola técnica, virou uma verdadeira cidade universitária no bairro Vila Rica, já contando com cerca de 750 alunos. A previsão é de chegar a mais de mil estudantes até o próximo ano, inclusive com a conclusão de novas salas e mais cursos. Os cursos são gratuitos e atraem alunos de várias cidades, inclusive de fora da região.

Os cortes nos recursos colocam em risco o futuro do IFRS. Para ter-se uma ideia da redução do orçamento destinado à instituição, os valores orçados para 2018 representam apenas 56% do orçamento que o campus tinha em 2014. E o que é pior, é que tem acontecido frequentemente o contingenciamento de valores destinados, o que reduz ainda mais os valores que deveriam ser investidos, o que impede a atualização dos livros e aquisição de equipamentos necessários para o aprendizado.

O vereador Jorge Zimmer (PT) já manifestou preocupação sobre o IFRS durante pronunciamento na Câmara de Feliz. Ele alertou os demais colegas e a Prefeitura. Em companhia do deputado estadual Tarcisio Zimmerman e outras lideranças também esteve no mês passado em visita ao campus de Feliz do IFRS, onde ocorreu uma conversa com o diretor de Ensino, Giovanni Aiub, buscando mais informações sobre a situação. O vereador entende que deve ocorrer uma mobilização da comunidade para cobrar uma posição firma dos deputados e senadores, além das autoridades, para evitar mais prejuízos e até o fechamento do Instituto Federal. “O IFRS não é só de quem estuda ou trabalha nele. Ele é de Feliz.

Ele é do Vale do Caí. Ele é nosso”, ressaltou.

O diretor do campus da Feliz, Giovani Aiub, cita que as obras que iniciaram estão em andamento, como no bloco A, devendo ser concluído neste ano, já que tinham recursos garantidos. O problema é que com a redução nas verbas não se pode fazer novos investimentos para expansão, inclusive para a compra de livros e equipamentos. Alunos da educação física, por exemplo, não tem um espaço adequado, tendo que ir de ônibus para o Parque Municipal para realizar as atividades, o que também gera custos. Atualmente o valor disponibilizado para o campus é suficiente apenas para a manutenção e assim mesmo com muitas contenções. A preocupação é que, se houver mais redução de recursos, até mesmo a manutenção do campus ficará comprometida, colocando em risco o futuro do IFRS.

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