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Terça-Feira, 24 de Junho de 2014 - Hora:10:21

República Checa

Um pedaço da Idade Média

Castelo de Praga tem uma série de registros. Primeiro de tudo, é o maior castelo do mundo, entrou no Guinness Book of Records

A República Checa está situada no coração da Europa, a sua história é fantástica, apesar de situar-se bem no ponto de discórdia do Leste com o Oeste. Antigamente, o Império Bizantino lutou com o Romano pela Boemia, e isto não havia mudado muito até o desmoronamento do Comunismo há vinte anos. As fortificações góticas e a fortificação de fronteira da Segunda Guerra Mundial são os restos dos tempos em que a paz não reinava. Também os monumentos judaicos podem narrar as suas histórias, os museus, os museus a céu aberto e, sobretudo, os monumentos da UNESCO representam o melhor da herança cultural.

Enquanto os castelos fazem lembrar a Idade Média agitada, os palácios checos são uma recordação da vida ostentosa das linhagens aristocráticas locais. Os castelos fascinam por sua sublimidade, funcionalidade e grandiosidade. Para se conhecer todos, não bastam apenas alguns dias de férias, pois a República Checa tem mais ou menos 2000 castelos e palácios. Os mais populares oferecem amostras da vida de então, duelos esgrimistas, desfiles de falcoaria e também feiras medievais de artesanato com a possibilidade de comprar os produtos tradicionais checos.

Se você acha os castelos e palácios muito mortos e sombrios e deseja uma demonstração ainda mais tangível do modo de viver antigamente na Boemia, com certeza achará interessante os castelos que apresentam a encenação da “História Viva”, ou seja, grupos de entusiasmados artistas reconstroem o tradicional modo de vida dos castelos dos eslavos, como por exemplo em Chotebuz-Podobora e Netolic, em Šumava.

Mencionando a “História Viva”, não podemos nos esquecer dos museus a céu aberto na Boemia e Morávia, os quais se esforçam pela preservação das tradições também no Século XXI. Trata-se de zonas protegidas com habitações tradicionais dos tempos antigos. Pode-se conhecer o modo de festejar o Natal e a Páscoa de antigamente. Também se pode saborear os pratos tradicionais e conhecer como era a vida rural na época.

Os vestígios do passado estão preservados nas centenas de museus que existem lá; tem museu de brinquedos e bonecas, museu do açúcar e do álcool, museus militares, museu da música e assim por diante. Além dos museus, têm os monumentos dos compositores famosos checos.

Os museus nas fortalezas, construídos antes da Segunda Guerra Mundial, são muito específicos; são considerados raridade, por isso vale a pena uma visita a estes locais.

São raras as nações que deixam vestígios culturais com marcas tão profundas. Nas terras checas, a comunidade judaica era numerosa da Idade Média até a Segunda Guerra Mundial. Apesar de a cultura judaica na República Checa não estar, hoje em dia, muito perceptível, encontramos as reminiscências dela em muitos lugares. Museus, sinagogas, cemitérios ou bairros judaicos inteiros são todos estes monumentos que merecem uma visita por serem pitorescos e originais.

A República Checa se orgulha por ter vários monumentos tombados pela UNESCO. O centro histórico da capital Praga, assim como o centro de Kutná Hora, de mesmo esplendor, só um pouco menor, pertencem aos monumentos históricos.
O “Verbunk“, uma dança de homens do Sudeste da Moravia, é conservada por lá como a herança nacional. O Entrudo de Hlinecko nas máscaras, inscrito na lista desde 2010, é o outro.

Praga é a mais importante cidade e a capital da República Checa. É centro político, econômico e cultural com um extraordinário e bem conservado centro histórico. Praga de Pedra, Praga de Ouro, Praga Mágica, Praga das Cem Torres, Praga Mãe das Cidades – cada um destes predicados que lhe atribuem realça cada um dos seus encantos. Praga começou já no século IX a escrever a sua história.

Ceský Krumlov é um extraordinário tesouro arquitetônico, cuja importância é testemunhada com a inscrição da cidade na lista do Patrimônio Cultural da UNESCO em 1992. Sobre os meandros do Rio Vltava desenvolveu-se, especialmente a partir do Século XVI, um conjunto único de construções urbanas em harmonia com o alargamento do castelo e do palácio, que é o segundo maior palácio logo a seguir ao Castelo de Praga. Residência histórica da família Rožmberk engloba uma série de construções, a famosa sala de máscaras, o singular teatro barroco - recentemente aberto ao público -, os jardins do palácio com uma fonte rococó e o castelo de Verão Bellarie, com um palco giratório, no qual são feitas representações teatrais. Ponto dominante da cidade é a Catedral de São Vito, obra-prima do gótico no Sul da Boemia. A extraordinária atmosfera da cidade tornou-se palco de inúmeros eventos culturais de renome internacional.

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