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Pelo Vale - Terça-Feira, 26 de Janeiro de 2016 - Hora:17:48

Superintendente do Daer garante conclusão dos asfaltos Feliz/Linha Nova e Caí/Hortêncio

Continuação das obras de asfaltamento em Alto Feliz depende da garantia de mais recursos

VRS 843 (Feliz/Linha Nova) e VRS 874 (Caí/Hortêncio) têm recursos garantidos, mas obras são lentas

O superintendente regional do Daer, Ernesto Luiz Vasconcellos Eichler, está otimista. Acredita na conclusão de pelo menos duas obras de asfaltamento de estradas estaduais na região, entre elas as ligações entre Feliz/Linha Nova (VRS 843) e São Sebastião do Caí/São José do Hortêncio (VRS 874). Para estas, o engenheiro garante que os recursos estão garantidos e mesmo que as obras estejam em ritmo lento, acredita que serão concluídas neste ano. Já a continuação das obras de asfaltamento da ligação entre Alto Feliz e Farroupilha (VRS 826) é mais complicada. “Esta não tem os recursos garantidos. Estamos lutando por mais verbas, mas precisaria no mínimo 5 milhões de reais para que ocorresse a retomada. Depende de orçamento”, declarou, pedindo a mobilização da comunidade e das autoridades da região, já que o Estado vive uma difícil situação financeira. Foram asfaltados cerca de quatro quilômetros até a altura de São Pedro. Falta mais aproximadamente um quilômetro no território de Alto Feliz e o restante de cerca de sete quilômetros até Farroupilha.

As paralisações nas obras fizeram com que boa parte do serviço já feito seja perdido. O que era para já ser asfalto voltou a ser chão batido. Com o calor se forma uma nuvem de poeira. E quando chove aumentam os buracos e o barro, deixando as estradas praticamente intransitáveis. Muitas vezes as próprias Prefeituras, mesmo sendo de responsabilidade do Daer, acabam passando a patrola e colocando saibro para pelo menos permitir a trafegabilidade.


Feliz/Linha Nova
Sobre os trabalhos entre Feliz e Linha Nova, que foram reiniciados, mas segue muito lentamente, o responsável pela Superintendência Regional de Bento Gonçalves garante que a obra está sendo retomada para realmente terminar. “Todos os entraves que tinham foram resolvidos”, afirmou, em entrevista ao programa Panorama Geral, apresentado por Arthur Poersch na Rádio Vale Feliz. “Eram vários os problemas, como projetos para terminar. Agora a única pendência é a chegada a Linha Nova, onde está sendo estudado o traçado, pois o original exigia desapropriação e dificultava acessos”, explica. “Isso não vai impedir. Se não for resolvido logo termina a estrada ali, faltando poucos metros”, completa. “A obra tem verba garantida. A empresa está trabalhando e não deve parar mais”, acredita.

Eichler informou ainda que foi encomendada uma galeria para o pontilhão situado próximo da ponte sobre o rio Caí, na ligação do bairro Vila Rica com a localidade de Picada Cará. “Foi liberada a intersecção pela Fepam. Em um mês deve ser colocada e o trecho será asfaltado”, declarou. Já sobre o ponto mais crítico, próximo da igreja do São Roque, o superintendente afirmou que estão sendo providenciadas melhorias. “Esperamos que não ocorra mais nenhuma paralisação. Era uma obra remanescente. Terminou o contrato e não concluíram a obra”, destacou, sem dar previsão para a conclusão. “Queremos terminar ao longo deste ano, mas depende das condições do tempo e do fornecimento de materiais”, disse.


Caí/Hortêncio
Como o Fato Novo já divulgou na edição passada, as obras da VRS 874, entre Caí e Hortêncio, seguem em andamento, mas o ritmo é o mesmo da Feliz/Linha Nova: muito lento. E nas duas o trabalho é executado pela empresa Dobil. “São treze quilômetro e a obra está andando bem”, avalia Ernesto. Ele lembrou questões como remoção de postes da AES Sul e canalizações da Corsan, que devem ser resolvidas. “Todos os problemas estão sendo resolvidos. A obra vai começar com várias frentes também no trecho do Caí”, garante, sobre o que foi decidido em reunião na semana passada na Prefeitura caiense.


RS 452 com validade vencida
Enquanto a RS 122 e a RS 240 recebem com freqüência melhorias por parte da EGR, graças aos recursos oriundos do pedágio do Rincão (Portão), em outras rodovias estaduais, sob gestão do Daer, a situação é bem diferente. É o caso da RS 452, que liga Bom Princípio, Feliz e Vale Real. O trecho está bastante esburacado e perigoso, sendo palco de vários acidentes graves. “Já venceu a validade e não houve a restauração desta rodovia”, reconhece o superintendente. “A obra foi licitada no ano passado, mas ocorreram demandas judiciais”, lamenta. Além disso, o trecho que passa pela Feliz, justamente o que está em piores condições, não foi incluído na restauração. “Estamos estudando colocar uma camada de asfalto neste trecho. Antes vamos fazer uma grande operação para tapar todos os buracos”, promete, citando que também será feita a roçada das margens. “Teremos recapeamento logo”, projeta, mas sem dar previsão. “A região está sendo contemplada com muitas obras”, conclui o superintendente regional do Daer, Ernesto Luiz Vasconcellos Eichler.

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