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Montenegro - Quarta-Feira, 04 de Julho de 2018 - Hora:08:00

Tradicionalistas podem assumir área de rodeio do Parque Centenário

Pista para tiro de laço foi inaugurada em 2013

Pista para tiro de laço foi inaugurada em 2013 | Arquivo/FN

A ideia de conceder às entidades tradicionalistas da cidade parte da área destinada às práticas campeiras no Parque Centenário, ganhou novo capítulo na última quinta-feira (28). Em encontro, realizado na Câmara de Vereadores, foi debatida a possibilidade levantada já no ano passado.

Na oportunidade, além de ressaltadas as principais formas de cultivar a tradição gaúcha, foram debatidas questões pontuais de como seria possível haver essa cedência de espaço.

Divisão de área, custos de água e luz, fluxo de veículos e, ainda, entrada/saída e circulação de animais foram temas abordados. O grupo entende que a aproximação entre a Administração e os tradicionalistas, sob o apoio do legislativo, é de grande importância para o projeto ter continuidade e virar realidade. O tempo de cedência e diferentes outros aspectos legais dessa possibilidade, serão debatidos em novos encontros.

Além do prefeito Kadu Müller; e do chefe de gabinete, Edar Borges; também, estiveram presentes diferentes patrões e representantes do tradicionalismo na cidade, assim como alguns vereadores da casa.

Em breve, o grupo dará continuidade ao tema e abordará questões de implantação como cercamento, áreas reservadas, manutenções e obrigações em cada espaço e, ainda, segurança.

Atualmente a área de rodeios, no Parque Centenário, que foi inaugurada em 2012 co o nome de Parque de Rodeio Marcírio de Souza Carpes, está em condições precárias e estado de abandono. Não ocorreram mais rodeios no local, que conta com arquibancadas, brete, cabine de narração e total infraestrutura. Também espaços próximos, como galpão com atafona e pavilhão junto do cercado redondo para gineteadas, estão em situação ainda pior, inclusive apodrecendo e desabando.
O encontro na Câmara foi proposto pelo vereador Valdeci de Castro (PSB), ressaltando a importância de Montenegro ter um espaço para as atividades campeiras, como de tiro de laço, para cultivar o tradicionalismo. Representando o Piquete 15 de Novembro, o tradicionalista Arthur da Silva destacou a importância de se construir essa parceria. Cauteloso, observou que o tema precisa ser debatido amplamente com todas as entidades do movimento, juntamente com a Associação Tradicionalistas Montenegrina (ATM). “A ideia é a gente assumir a campeira com seus custos, como água, luz e manutenção. Isto precisaria ser organizado”, observa. Completando, alertou sobre a necessidade de haver clareza quanto ao uso, obrigações e benefícios.

Na continuação do debate, foi ventilada a possibilidade de galpões individuais. Quanto ao uso coletivo de toda a área, a sugestão do representante do CTG Reminiscências, Magnus da Silva, é de que se forme uma espécie de condomínio para o pagamento de água, luz e corte de grama, entre outras manutenções. O patrão do CTG Estância do Montenegro, Leonildo Vieira de Azevedo, alegou que precisaria se reunir com sua entidade para trazer uma posição quanto ao uso da área no Parque Centenário.

O prefeito Kadu Müller confirmou que a intenção é realmente passar essa área, considerada como campeira, para os tradicionalistas. Ele acredita que a forma de parceria é importante para que haja um resultado produtivo.

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