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Montenegro - Quinta-Feira, 04 de Maio de 2017 - Hora:17:14

TSE valida votos e Paulo Azeredo pode ser candidato em 2018 e 2020

Votos validados podem mudar a composição na Câmara de Vereadores

Paulo Azeredo quer voltar a ser deputado ou até prefeito /Arquivo/FN

Quem achou que Paulo Azeredo estava afastado da política montenegrina e do Estado se enganou. Eleito cinco vezes deputado estadual, além de ter sido secretário de obras do Estado, vereador e prefeito, Azeredo ainda não aceita o fato de ter sido afastado da Prefeitura pelos vereadores após o impeachment de maio de 2015. Tanto que mesmo com a candidatura indeferida concorreu a vereador no ano passado. Só que até então os seus 725 votos foram considerados nulos.

A votação de Paulo Azeredo, caso seu votos fossem considerados válidos, não seria suficiente para elegê-lo vereador. “Fiz uma campanha de dez dias”, recorda, citando que a idéia era justamente somar mais votos na legenda do PDT. Ele recorreu da impugnação e no último dia 10 de abril o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconsiderou a decisão, deferindo o registro de candidatura de Azeredo e com isso validando os votos que fez para vereador.

A decisão do TSE ainda cabe recurso por parte do Ministério Público, mas Paulo Azeredo está confiante. “O parecer inicial tinha sido incorreto e agora foi reconsiderado”, comemora, entendendo que está apto a voltar a concorrer. E já se coloca como pré-candidato não só a deputado estadual no próximo ano, mas até para voltar a disputar a Prefeitura de Montenegro em 2020. “Estou pronto”, afirmou, atualmente trabalhando como coordenador de segurança público, mobilidade urbana e trânsito na Federação dos Municípios do Estado (Famurs).


Câmara pode mudar
Com a validade dos votos de Paulo Azeredo, a legenda do PDT ganha mais 725 votos e isso pode resultar em mudança na composição da Câmara de Vereadores. O PDT pode ganhar mais um vereador, assumindo o primeiro suplente Sérgio Souza. E com isso Azeredo se torna segundo suplente, inclusive podendo substituir o próprio Sérgio ou os outros dois eleitos pela coligação – Érico Velten (PDT) e Talis Ferreira (PR). A dúvida é, caso ocorra mesmo mudança, quem deixaria a Câmara. Entre os cogitados para sair estão quatro que fizeram menos votos que Sérgio Souza: Joel Kerber (PP), Felipe Kinn Menezes (PMDB), Juares Silva (PTB) e Valdeci Castro (PSB).

O suspense é grande. O mistério iria terminar ontem, sexta-feira, quando o cartório eleitoral de Montenegro iria fazer o reprocessamento da totalização dos votos da eleição para vereador. Mas isso foi transferido em razão da greve geral, pois não teve expediente ontem na Justiça Eleitoral. O reprocessamento ficou então para quarta-feira. E até lá permanece o suspense.

 

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