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Sábado, 24 de Março de 2018 - Hora:08:00

Tupandi segue investindo na agricultura

Tupandi tem o melhor Idese da região, com base na renda, saúde e educação

Não é novidade o fantástico crescimento que Tupandi vem tendo desde que conquistou a emancipação, 30 anos atrás.

Com forte incentivo à agricultura, principalmente na construção de aviários e pocilgas, sem deixar de lado o apoio para o comércio, indústria e outros setores, o pequeno município de 4.300 habitantes deixou de ser um distrito esquecido para se tornar uma das cidades de maior desenvolvimento no Estado e no país. E os investimentos continuam. Conforme o prefeito Hélio Müller, a Prefeitura segue apoiando a construção de aviários e pocilgas, com vários incentivos, e também para o desenvolvimento da indústria e o comércio. O resultado é que Tupandi tem o maior valor adicionado na agricultura por quilômetro quadrado e na arrecadação de ICMS na região só fica atrás de Montenegro, que é doze vezes maior em população.

Com o crescimento na arrecadação, além dos moradores de Tupandi terem mais renda e qualidade de vida, também a Prefeitura pode investir em melhorias e infraestrutura. A população ganha em mais ruas e estradas asfaltadas, escolas, saúde com atendimento 24 horas, segurança com câmeras de videomonitoramento, e outros serviços. Por isso Tupandi se destaca tanto. E novamente figura na região com o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (Idese).

O levantamento, com base ainda em 2015, foi divulgado pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) na última quarta-feira.

Tupandi obteve o índice de 0,819 no Idese, com destaque principalmente na geração de renda, onde alcançou 0,907 – o terceiro maior no Estado. Outros municípios que se destacaram na média do Idese foram Salvador do Sul e Harmonia, que também tem sua principal atividade econômica baseada na agricultura, principalmente na avicultura.

Importante ressaltar também a evolução dos municípios da região nos três últimos anos. Tupandi até teve um maior índice em 2013, mas nos últimos levantamentos conseguiu se manter. Harmonia foi um dos que mais cresceu. Já Montenegro e Pareci Novo estão entre os que mais caíram. O Caí, que tinha um baixo índice em 2013 (0,712), vem conseguindo uma ótima evolução e neste último levantamento obteve 0,725, mas ainda tem muito o que evoluir, pois na região figura na penúltima colocação, na frente apenas de Brochier.

Em termos de Estado, o Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) do Vale do Caí se manteve na décima colocação, mesma posição do levantamento anterior (2014), mas o índice médio da região caiu de 0,770 para 0,763. Em 2013 o Vale do Caí chegou a ficar em 8º lugar com índice de 0,764.


Idese no Estado
O Idese avalia a situação socioeconômica dos municípios gaúchos quanto à educação, à renda e à saúde, considerando aspectos quantitativos e qualitativos do processo de desenvolvimento.

Na classificação por municípios no Estado, o primeiro colocado continuou sendo Carlos Barbosa (0,879 em 2015). Em segundo ficou o município de Água Santa e em terceiro Nova Araçá. Depois vem Aratiba, Nova Bassano, Veranópolis, Ipiranga do Sul, Garibaldi, Paraí e Bozano. Não há maiores surpresas nesses resultados, uma vez que a classificação segue padrão já conhecido acerca do desenvolvimento no Rio Grande do Sul: os municípios das áreas de colonização em pequenas propriedades, apresentam indicadores mais altos de desenvolvimento. Entre os municípios com Idese mais baixo, a pior colocação foi de Dom Feliciano (0,567), seguido de Alvorada e Jaquirana.

Por área, Picada Café obteve o melhor índice na educação (0,855), seguido de Casca e Campinas do Sul. No bloco renda o destaque foi para Água Santa (0,930), seguido de Carlos Barbosa e Tupandi. E na saúde os melhores foram Nova Roma do Sul (0,924), Nova Araçá e Santo Expedito do Sul. Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, a melhor colocação foi de Bento Gonçalves, com Idese 0,831. A região do Noroeste Colonial obteve a melhor colocação no ranking de Coredes (Conselhos Regionais de Desenvolvimento), com 0,816, seguida da Serra, Norte, Alto Jacuí e Fronteira Noroeste.

Quanto ao Estado, o Idese do Rio Grande do Sul atingiu a marca de 0,751 em 2015. Houve, portanto, uma queda de 0,8% no Índice em relação ao ano anterior, conforme a série histórica (0,757 em 2014). Foi a primeira queda registrada na série histórica do Idese desde 2007. Apesar do pequeno aumento dos índices dos blocos saúde (0,5%) e educação (0,2%), a queda foi influenciada pela diminuição da renda (-3,1%). O crescimento acumulado do Idese desde o ano de 2007 atingiu 7,7%. Em média, isso significou um aumento de, aproximadamente, 0,9%. Com base no levantamento, o Rio Grande do Sul apresenta um nível médio de desenvolvimento (entre 0,500 e 0,799). O nível alto é acima de 0,800 e o baixo abaixo de 0,499).

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