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Pelo Vale - Sexta-Feira, 01 de Abril de 2016 - Hora:19:19

Vereadores aprovam aumento do próprio salário

Em sessão tumultuada, quatro vereadores não queriam o reajuste, mas cinco foram favoráveis

Plateia se manifestou favorável ao voto de Kranz (na tribuna), que votou contra o próprio aumento /JB Cardoso/FN

Conforme a Lei que prevê o reajuste anual de subsídios, os projetos que tratavam do assunto passaram pela Câmara para análise e aprovação na sessão da última quinta-feira. Desmembrados por categoria, os projetos tratavam de aumentos e revisão geral de subsídios e salários de Prefeito, Vice-Prefeito, Secretários, Vereadores e Servidores do Executivo e Legislativo. O assunto dominou as redes sociais nos dias anteriores e fez lotar a sede da Câmara de Montenegro, com muitas pessoas contrárias ao aumento para os políticos. Antes da sessão, manifestantes falavam com os vereadores, tentando convencê-los a não aceitarem o reajuste.

Os dois projetos que concediam aumento aos servidores foram aprovados sem maiores problemas. Mas quando entraram em votação os projetos que concediam aumento para os políticos, começaram as manifestações. Mesmo sob as chamadas de atenção do presidente Carlos Einar de Mello, o Naná, os presentes aplaudiam ou vaiavam de acordo com as palavras ou votos dos vereadores. Por fim, os aumentos para Prefeito, Vice, Secretários e Vereadores foram aprovados por cinco votos a quatro. Os vereadores favoráveis alegaram que não se tratava de aumento, mas de reposição salarial.

Com o aumento de 9,42%, o salário bruto dos vereadores de Montenegro passa para R$ 6.846. Já o dos secretários será R$ 7.272. E o do prefeito R$ 16.661.


Como votaram:
Favoráveis:
Rose Almeida (PSB)
Márcio Müller (SDD)
Roberto Braatz (PMDB)
Dorinho (PSB)
Edgar Becker (PMDB)

Contrários:
Renato Kranz (PTB)
Ari Müller (PDT)
Gustavo Zanatta (PP)
Tuco (PT)


Em Brochier e Pareci vereadores não quiseram aumentar seus salários
Na quinta-feira, 31 de março, também teve sessão da Câmara em Pareci Novo com votação sobre o aumento dos vereadores. Antes da reunião, o prefeito Rafael Riffel (PTB) se manifestou pedindo que os vereadores não aumentassem o seu salário e nem do vice, secretários e dos vereadores, alegando a situação difícil enfrentada pelos municípios devido à queda nos repasses e na arrecadação, além da crise econômica no país.

Em novembro do ano passado o prefeito já tinha pedido a redução de 10% do seu salário. Na Câmara, a vereadora Rose Bohn (PMDB) fez o mesmo pedindo também que os colegas diminuíssem em 10% os seus vencimentos. Isso não foi concedido na época. E agora Rafael e Rose pediram que pelo menos se mantivesse os atuais salários, sem reposição. E isso acabou ocorrendo. Por unanimidade os vereadores rejeitaram o aumento de 10%.

O mesmo também aconteceu em Brochier. Em votação na semana passada, a Câmara vetou por unanimidade o reajuste de 10% aos salários dos vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários municipais. Assim como no Pareci, em Brochier só foi aprovado o aumento para os demais funcionários municipais.

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